Brasil-Bolivia. incidente Acre - boliviano

-24-- de entra r na posse <l'e:;;se territorio;_ que o go– ve rno brasileiro, porem mostrasse 1gua,l pre– cipitaçM em lh'o entregar, isso é, em que pese ao nosso contendor, mui to de reparar. N ' aquella região vivem · quinze mil bra– ,.;ileiros, tahez mais; oecnpava,m . ter!·as de q ue pof:suem tí tulos le~aes, urn; prov1~onos, ou t ros defini tivos, concec.hclos - por autoridades brasi– l eiras. Tudo prova que ~ g~verno d '~ste paiz :,e j ulgava senhor do ternton o e p or 1sso r eal- mente o cedeu. Cn111pric1.-lhe dar aviso aos naciona.es , e t em- po de se retini rem, querendo. As l ej s da Bo lí– via são boas e suaves, mas pod e nao aoTada r aos bni::;ileiroE vi ver s0b ellas. Havia int~resses serios a proteger, entre elles evitar aos h abi– tante:-; o pagar dois impostos, um á B olfria mi tro,~tO Bra~il. A nossa chancel_l8:ria não cogi~ tou d tf:~O. O sr. c0nsul <l a Bolivrn promet te a, henevolencia elo seu governo, e quas i toma 0 compromisso !or1mLl .J e dis pensar por este a nno 0 :-:; d ireito::; de 1mpol'tac;ão. i\fa;; isso que a B oli via fülti coucederá. tah ez, por equ idade, o Bras il cl cvia tel-o ex igido, como um direito. Não ha duv ida. que só com a!:sentimen to do o·over no cl 'este paiz podia o envia.do boli– y ja1~0 vir tomar posse tl o t erritorio. M as t odos 08 passos, dado,; para tal ~~11, estive ram ern 8 egredo. O co11 gr ~sso 11~0 foi _avisado; a.pen as votou a verba prcc1s,t para o ser viço d os engenhei ros. Os rep1:esent.tntes do Pará ? do Amazonas, ,lO <j lle sou m forma1l o, nada_.ga biam das n egoci-

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