Administração do dr. Lauro Sodré / por Albuquerque Mendonça.

,., -1 7- Ja rdim Zoolog ico, que possue unia jaula conr bonita • onça de ·Marajó, espaçosos viveiros com passara s e varias especi es de outros animaes, e um lago artificial para aves a q ua ticas . O Museu p ublica um boletim q ue sahe em pe riodos inde terminados, j á tendo dado o n. 4. 0 <lo vol. I, que appareceu em Ou tu bro· ultimo. C1da boletim fo rma um g rosso fasc ícul o, conte ndo bellas photo-g1:avuras e impor tantes es tudos sobre cie ncias na turaes. O pessoal do Mus eu tem reali sado di ve rsas ex– cursões scien ti ficas, e ntre e llas uma á Ilha de fa rajó e outra á Guyana Braz il eira, d 'o nde colhe u abunda nte vari edade de productos na turaes e de ceramica indí– gena. O Mu seu do Pará j á deixa cxcell e nte impressão a qu em o vis ita . Nas qu intas-feiras e domingos, em q ue se acha por emq uanto .fra nqueado :w p ublico, tem ~ido frequ entado por ma is ele r. ooo pessôas sema na lmente. Em 9 de ovem ro ultimo fun dou-se a Soci edade Zeladora do Museu Para ense Es ta a ssociação tem por fi m cuida r d<:s interessês ºdo Museu e faze r propa– ganda para o seu d$'! ·(:; ·~vol ·me nto. A e ncampação do ser viço das a o- uas para o con– sumo da capita l, e ra desde mui to ~econhecida como necess idade p ublica. Interessa ndo d irecta me nte á hyo-iene e ao bem es· tarda população, á irrig ação dos j a rclii1s p ublicas e a. nu– tra s m1s teres urbanos, o ser viço das ag uas reclamava uma provide ncia que o pozesse sob a g ua rda da admi-

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