92 Abrac;ada a vell1a, i111pre't·êt1 Hlu a Ueus, ',nal dizem– elo a llora do seu na sci niunlo. u ·ta"ª a u10rum1 'Hi I i– nba, quando lres panc:adas !'orles :oaram ú pq1ta da ma . --Quo111 será ·? ind agou. g meia t:0nfusa, espm1tada, Jcr:rntou-sc . ro 1Ten ~1 varanda, concertou o dusalinhado traj e, cntrouxou u cabello e veio abrir a porta. Era o eaixeiro cio dono cl:1 ca_-a _que Yinha ji1 ma ·– sado , com ordem rl c dizer alrnrimento gro ,~o. rece– ber doi s mezes de aluguel jà rencido. -Sua mã e ? pcrgu.ntou .. . - E ·tá doente, meu senl1 or , qrwsi ú morte sem poder morc r- ' e. -Bem: sinlo clevéras os seu, eucommouos, ma~ o que me trouxe aqui foi isto (r mosírn11-lli c dois recfüó s de 10 ·ooo rs, t:ada umr . e as enhoras nJo podem pa ga r, lratem lle rnutlar-sc . porque o pal rão não pode mai s cspcn11 ·. )las, onhor, cli s, c Hilinlta. d 1 poi:;; dl' ler os reri– bos, quem pa ga isto é o wowr::idor üe meu pa i. . . -Qual l1i sloria, intcrruínpeu o caixeiro. li a mui lo que ellc mandou ::; uspeutl cr a mcza da que llt cs 1u;111- da va dar. --:\leu pa ! . . . oh! c:lo u pcnlida . .. e d1•· – maiou, ca.iu do !:iOIJ l'C uma cadeira 1lcs ·rJ11jnntaila. q11 e ao pczo ele seu wrpo ,·ira ra -se com clla , c! eilando-a de co. ta ao cl1ão. N·cste repcnt i,10 oscillar do co r– po, o Yest ido d0 RilinlJ a arrepanhou-se todo até ,10:; seios. deixando a rlescoberlo o . u1l collo opulento d<' carne. Souorisara o 1•spa ro o loqnc rLlrr .llarir,, ! A noite, cm véo::; de t; l'C[) ttsc ulo , rinl,a vcla11L10 a face do dia. _\quclle qlt.adro. Lraça do por uma rert igem, ú·

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