/ Não qu ero comtmlo denegar a exi stenda úc fei– Los generosos e clesinteres arlos; mas e ·ses são tão ra– ros, que o jornalismo da epoca, admirado ele haver ainda quem os pratique, clama cheio de pasmo, quando teÍ11 de regi trar algum: . - «Acções d'esta s não se commentam; regislram- se ap enas. » / Isto, em portuguez claro , quer dizer que o se– gundo mandamento ela lei clirina Yal e menos que um arti go ela nos~a c0n stitui(ãO. O qne era cranLes um cl eYer for~o ·o, inolvidavel, pa s ·ou a ser um favor e portanto é di gno de louvor quem o prati ca. Comecemos a no sa narra ·ão. Em urna i:a ·a. que clc~mora ;'1 1 ravc a da Pi edade , no espa ço i11Lerposlo ~1 s rua s da · Flore:,; e S. Vi cente, rnorav,t com : ria mãe uma nwnina , chamada Hitinha , ubalando pelos 1 'i- annos . dola1fa de qnalidad cs plJy– . icas muito sympalhkas, morena e de e ·Lalnra cor– recta e elegante, um w odi gio el e pla sLi ra. A mãe chamaY,HC Th ereza. uma senhora de 40 annos , CJllC, depois de r ima , amancelwra-sc com um r..ommerciautr jêl Yelhu sco . o r1u,tl cC liaria retirado para Portugal , legando-lhe aqnell:i fill1a e uma pe– qu eHa me ada, in!'uri ot· ~s xi geuci;:i s ela sua m,111u– lc1í1:ão. SerYi..1 apena s para o ;:iluguel da casa, e nada: mais. EntrPtanto, ernqnanLo a~ cnxaque ·a s não ;i aca– brnnhavam , ell n lá i:i momejanclo a rida. 1\ Hitinlia rnsturaYa da.' sei, ua mallhã alr ao púr do :-pL ClTI<]llillllo rJl a ]:nava ü gu1n111ava t on10 nma desespera ela. ,D 'es ' e in 'ano lidar tiravam ambas o rn~ccess<1rio,

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