Onde o autor começa a provar que t runfo é páos. Deu-me no fra casso publi car um livro. Eil-o ahi: 1 J J tenho i:1 pretenção de acredilal-o bom, nem imm0.1 estia de julgal-o mão . Si me' resolvi a enlregal-o á Yoracidade dos pré– los , ;í_ ind cmencias da publi cid ade e mettel-o entre mãos de lril ore$ , foi por que entendi e entendo que - :10 lado de muit a e.ousa lilteraria que se abôloren– ta n:i :s 1•itrines das nossas liuarias , como preciosida– des de irn.:ornpa rawl v,llor- -, ell e póde occupar ,-· sem csc;rndalo-, nrn lagar decente. quer o q10iram quer não os c11fatuatlo, aristarchos da epoca. Um anojo inqualiücavel I clama rão es es pseu– dos sabichüf'.~ , presumi dos s;m ·af':1 ca ::s lillerarios, atre– vidos f'alsi(i :::adores de procluGLos csl l'angeiros. Talrnz :-rja um arro jo; eu acre !ito me mo que o :-i.:ja . port prn , jnconle. larnlmenlr . o mundo e· tá rhcio de olm1s tão :sublimes, a meu ver, inimi– ta veis no fundo e na fflrma , que não deix a de er lt•mcridacl e Pxc cssiva a tl 'aqu ll e, a quem não só– ll r:1rn os fados (lo gcnio ou as rebrilhaçõcs de um tah' nlo masrnlo, que \)l'P lender roubil r para ~i uma 1ésga da w efe rr nria (lo publico afTeit o á leitura d'a– quellas o))rn•.

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