4', que se fiz eram e trai-o:- á J'll a. 1 •va-os adttlll'rados aos memb ros do par tidu rb oppusi~Jo e 1'ir:P-rr1-.w1. Passa por lal enlu,·o. l'IPf.('a 11l1·. r r11vI·ter . e ~;ó ln2s pes oas sabem-lhe o Yerd ad cirn nome : a la\'adeira . que o chama lrataul e, a Yizinlla de ao pe gado da q1sa onde ell e rnol'a . por farnr. q11 c o d1ama vaga– bundo e o taberneiro ela esq Lli1ia , qu e rliz-llt e atreYi– damente na caca: -Yocé é um pelintra! D'esses typos todas as uc)eciade" csrn1 dtl'ia>,. Vivem á cu sta elas rocóll/>s qnP os ata ridam JJitl':t os seus fin s parlicnl ares: :-ão poetas , cl1ararl L~tas , Ol':1 - dores de din•1·sa:> socirdadr s. e ás n 1 ze~:. oh cu 1n1L– Jo ! oh ;:nulacia ! chegam a i;Cr jl) rnal is la : . .\ i,;1pre11- a do sul que os <lescoul1 e ·1; canl:1 Jó,1 ::; ao s 'U ta– lento , ao :--en patl'ioli 1110. trarn;J'orma-us cn 1 l1 cro1•s. cliYini sa-os e eolloca-os 1H) altar dn gJr,l'ia. Conheci um qne. não . alJcndo ler ne111 t' SC1'1'\'r·r, fez di scurso::: 110 rPntr n:Írio <l c C:dtl r ron. o:i ll 1·spa – nha. ~o mr io da s luclas poJiLir a~. 11:,s osrill ,1c111•:- t·,11 11- biaes, na s rri scs finan 1'l•ira::. 1111 p1•riudo 11.1. 1·1n' di– rnias, nos de ·c1mre rtos ~ul' ians . 11t1 :-; rah11t1irlad1'~ p11 - blica-. :só o Pcli11Lra ~1 · ro11. 1·na lll'I'ldl;1meJ111' 1•qui– librado. entrr o réo 1• a l1·1T,1. quer rhi'1Y,1. q11 cr fa~a sol. E' mais nill1 0 du qu 1· u Jlllllld O. . elldo ai11da 111a b moço Ll o qne cu. . Apczar de ludo. ,·oto -llw >,_\ 111pall1ia 1· l!•11 l1 0 pnr e" es suj ei tos gra11d cs Lr i!Jul ns ti l' admir,H_:ãn . e t' :-,>,t's tributos aqui o;:; dei xo rnn iµ-11ad<Js para el1' rna glori ;, d'elles . .Jaueirn- 01.
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