11m d iaruto ·? clá-rn ·o, que e:-i tJll l, d-me da minha cha– rut eira na mesa da baroneza . . . --~1a s então jul gas . .. ·? - Jul go, c>Í m; as t:ouzas lá pelo sul uào e tão. para que digamos, bem lirrnaUa :-\ e u Ju sto uão prcsdrnJ c da minha compauhia n·e:;tes instantes cri– til'.OS. Pobre di abo! Ellc vai ú atraz tl c · algum jantar. pa ra cuj a oblen.çãu leva entre mão · o meio. .Amanhã, para da r algum-pass1!io a c;ino, iDYtmla q1 w morrcu-llie uma rl a irmãs e que e acha des– preveuido para os f1111erae::;. ' .\ rna vi da ó isto: illucHr o mundo inteiro e o seu gr;imle tal,3ll lO ele barroca-se ·n·esse esfor ço. Di spõe de todos os expedie11les a tempo e joga a sua cartada nos momento:,; fatae . ou antes, como tl.i– zem os e11lc11clidos, nos iusLan tes ·psycologfoos. E' o nove!Jeiro da~ rnas. o po111adista das ·ala s, u intri gante das esquinas, o 1:ou\·crsado da meninas janelleira s. u n:; chamam-uu par:-t ·ila :.-ur,ial. 111c1 s eu e11te111l(1 qu e só cll c ú o 1wliHtra. Pa ga ce rn•Ja aus r hruub la:- ri u~ jorna e~ . para qul' estps fal em-lh e no 110 111e 1' 11) ~ua s·chro11 kas: co nvida n::; ami go~ d, · rl'l'lo t111ado para a~sistirem ;\ mi s-:a que por al1na ct · l'lli' 111anda relelJrar. ::-impl esrnenU· para Ye r o ~Pll 110 ,rie lirma r o c:onvil e. Declara ao pub1i ro, pclilS folh :1s , que a pri.são con tantc da parte poli cial do dia ant erior , 11TI0 se entende com ell e, porque o 110~11 , do prezo asseme– lha-se ao ~:eu; :worn panh ::i · os df! legado · e escrivães 1~m torl::i s as deli genri a::; i• lrstcnrnnlia anth r nlil: a Of\ toclos O' proecs. o:;: faz vi agPn:>. ao )lojú e põe do alto da imprensa os seus limitado::; prestimos ú dis- 1o~i ·::ío rlos a1ni go . ern Paris r et1:. .\11da 1•iosu e pel11l:11t1 e. cnlra 11a:- r1•1u1i ,1t•s dnf- cli– n•rlurio:- ri o. pc1r lid o~ lili g,111te:-:. ouw o qu L' lú se 1racla t~1n ret-e n ·ado, a:- qu eixas 1111P lá :::é murmu– rr1 111 , O:- il e:- r:uslo:- 11uf' ::,,,• pronnnri,1ram . os planof
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