31 dado, po1 1 que tenho receio ele fanatisar;me por ella e chegar ao ponto a que té!TI hegado bous e fuctu– rosos rapaze~. V. Ex.ª sabe que um dos meus maiores defeiros ê conhecer-me, e precarnr-me contra tudo que possa conduzir-me a pratica de desacenos, o que me tem valido ele V. Ex.ª referencias para mim muito hon– ro sas. Se eu potlesse n'uma ca rta contar-lhe ce rtas mi– nudencias de factos esca nd i1losos , succedidos nos sa– lões de vari~1 sociedade·; se eu pode se, palavra por palavr:1. repe tir-lhe as baudalheiras que ·varios rapazes jactam-se de haver praticado com o par com quem uançam, V. 1'; x. ª hayia de conco rdar commigo que a clan~a deba ixo ct;e, te pri , ma verdadeiro é uma aperl'eiçoaclissi,na escola da mais abjecta clepravaç1io; e que d'ella tem sa ido mais de um caday er moral e que por ella ,as reputa rõcs das familia s mais hones– tas são rnorcliLlas com tenacidade pelo rapazio mal educado , entre sorrisos .de ironia picantes e de in– sinuações mal evola s e períidas. A canalliice ape!intrada vae aos bailés de frac/,· ou casaca, com hotin,;1s el e verniz ou sapatinhos de entrada baixa , com luvas ou sem ella s, farejar enre– dos , fomentar escandalos, para vir cà fóra fazer rir a garotagem devassa e exdtar as furias dos crapu– losos com dot es corporaes das meninas Dadá , Ilibi , etc. Jii disse a V. Ex. a, não ou nem quero ser pal– matoria do mundo e muito menos moralista de cos– tumes; noto os esca ndalo , e <:.e n'clles não metto denle é por qu e tenho forças para re istir ao seu sa– bor, o qnc não qner dizer qu e todos devem pensar a sim, não · cnda um que coma d'aquillo que gosta. que cada um fart e-s ú vontade n'aqnillo que mais geseja. porque rom a::; dcgraç,a::; e feli citladcs alh eia s nada t Pilho qu e vc·r. Hespondo apeuas ao terceiro ques tionaria da carta

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