o pasto das no sas conve1" açües em familia é o namoro de dona Fulana com o sr. Fulano, o modo de proceder cl'es ta e .d'aquella , enhora , o t.oilette de d. Cicrana , hi stol'ia s de almas do outro mundo et re- liguei. · Não increpo só as moças por isso, mas os ele– o-antes da nossa epoca, que não passam de uus pu– lhas muitíssimo pifios, muití ssimo chatos, dotados de cbocarrices abundantes de pilheria s réles, sem chiste nem graça e que, com a elegaHcfa dos trapos, di sfarçam a miseria cio espírito. Em casa de muito poucas familia s déixam de se r esses typos considerados superiore áquelles que an– tepõem á mi eria dos trapos os bellos ornamentos do espírito. D'ahi a dan ça cqmo uniro meio de evitar a mor– te, de uma sociedade, pelo tédio. D'ahi as numerosas sociedade dançantes que já possuímos e que, de rlia para dia, rnai. numerosas se vão tornando. Terão ell as ao menos o bom intuito ue estreita– rem por esse meio , mais e mais, as relações fami– liares? Não ! Nem is o lhes foi cuidado. Excepto uma ou dua.. onde, ao menos apparen– temente, parece haYer al gwna seri edad e, toda s as mais fecundam-se no escandalo, alimentam- e do e:-:– candalo e viYem para o escandalo. Os omidos de V. Ex.ª não têm sido surdos ao rumor de um sem numern de abusos praticado na~ sa la s reservari as d'essa sociedades, intituladas foi– lette das senhoras 1 a imprensa tem repercutido esses abu os de modo escamlal o~o, ao ponlo de tornar- ·e nlla écho de comersa di alogadas nos rec:anto, d'e~sas al~ s, das scenas de ciume n'ell as repre. entadas. Uma, luva ... Tenhamo. puclor, para não relatar al em cl' e e outros epbodi os Yergonhosos. .:\'ão odeio , poi , a dança; evito-a com algum cui -
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