23 uma vez por outra, pa1'a gautlio dos collegas, era approvado nos exames com distincção em Lod~ s a materias elo cur o. 'Sabe V. Ex.ª por que ? E' facil de provar. Na vespera elos exames iam levar-lhe em casa os pontos obre o qua es tinha de ser interrogado na prova,oral e sobre os quaes tinha tle dissertar na prova escripta . Ainda assim sahia-se sempre mal , por ·que o dia– bo elo burrego era fundamentalmente burro; entre– tanto os examinadores approvavam-n'o e o apregoa– vc1m um esturlante de talento, embora desconh ecesse a mais simples regra da grammatiquice . l\Ia o rapaz fizera lodos os preparatorios em um anno ! Não havia nega r, era um tal en to. Os mestres a - :;im o diziam, a gazetas não t.:e Silvam de apregoal– o, feHcitando o seo honmdo ,, prPstigioso pae pelo enorme tal ento do seu filho. Os litleratos ela nossa terra , que al em de t.uclo são un s panelegos de gosto,-poi s até já descobri– ram no modernLmo um .meio de commemorar o pas– samento de homens el e lettras com opiparos banque- , tes-, escreviam chronicas onde figurava o burrego com o seu grande tal ento , sendo considerado .um per– feito gentlema11_. de espirilo solidn.mente educado 110s princípios reconfortadores das doutrinas modernas e de 1111w, ironia finei repontada com sorrisos expontan eos de i11vejavel humor sadio. Esses elogios eram-lhe feito em retribui ção aos hons almoços regados com fino Xer,•;: com os quae ell e atrelava o criterio dos grandes j• irnalistasiI1hos tla terra. m grande talento que era o meu burregn ! POi$ n;ío era , minha Senhora ? ,' \una occasião deu-lhe o bestunto para e~c rewr e puhlicar no Diririo de Belein o · seguinte, rnr os qu e os coryp,héos cio movimento litterario da nos'-a
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