:22 tes . com phra :,CS _bo1_nbar~eante$, ca!Yas de sentido e paÚperrima s de s1gn1ficaçao. o·ahi , minha Senhora, n~sccu e. te paiz. CJUC se alimeuta {10 clbcu~·sos reche1atlo · ele trechos estran– geiros, co n1 doutrina~. eJtrangeiras, ~om trop~ es~ trangeiros, rom asp11açoes e, trangei ras e creio ate que com idiomas barbaros e conlrarios a Jingu;i da mãe patria . . . . _ , As nossas 111st1tu1çoes bamboleiam-se n esse tra- pesio de pllrases, almoçando , jantando e mereudan(~O di scursos. . . Por isso vemol-as decrepitas e tri tes . Para d1 sfar- carem essa decrPpitm1e. compromettem ainda mais â- pobresinhas, obri ?•;rn<.lo-a · a dansar e de tal fórma que já não podem_ di spensar o espartilho. . o espa rlill10 11 ellas tem uma 11lilidaue:-em:obrn· os 'CUS desconjuntameulo::. Q a pobreza das tr t;i s. Em concl~,sã? ,.m)nha Ser1h?ra, para não me e~– ceder n·e~ ta hgemss1ma apr3ciação sobre essa enti– dade 1mlla , cl1amada bacharel (note V. Ex." qu e só me refiro a mór parte dos r1ue «stío doutores na as– neira e na scien':!a b_urros») permilta que a te rmine com uma narraçao s,mple , despida de atavios e pal- pitante el e verdad e. Por ella verá V. Ex.ª o modo porque formou--se um lmrrcgo muito meu conhecido e se convencera das razões que me assistem para jul ga r noci va a eu– tidade que '"ºº desbagaçaml o. O tal l)~rrego era filho de uma grande influencia ô.a terra , trnha 1!1 annos quanclo 111atriculon- se r,o Lyceu e festejava o seu i5 anniversa ri o qua1HlOcon– cluio todos os seus prcparatorio~. - -Oh ! exclamará V. Ex .ª Fazer onze on doze preparalori os em um ar111O ! K preci::;o ler tal ento até na ponta el o caliell o. ! Ouça, minha Senhora:~c'.Jmo lh e di sse. o hurrc-' ga era fill_1O dü un~a grantl c influencia na política el e c;tmpanano e por isso, levando clle a loicelariar du– rante toüo o anno, não comparecendo á. aula s senão r

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