/ 101 A conscquencia rl e ludo isso , ali estava em frente d'elle:- uma mulher morta, talvez de fome ; uma me– nina louca e prostituída pelo proprio irmão. Afmal , destorpori sado, ergueo-se e disse ás mu– lheres que se conservassem ali , emquanto elle ia tra– tar , não só cios funeraes ela finada , como providenciar para que fosse transportada para o hospital a infeliz louca. Sahio. A's 4 horas el a tarde do dia em que tiveram logar e~sas tristes occorrencias , reali sou-se o sahimento da mãe de Ritinha , sahimento pesado como o silencio 1 triste como o piar el e ave agoureira. Momentos depoi s, um carro conduzia Ritinha para uma casa ú travessa da Princeza , onde a receberam com os ares compungentes da mai s dolorosa ma gna , dua s re-pcitaveis matronas. No dia seguinte, um jornal ela tard e dava aos seus leitore: es ta luctuosa nolicia: TRISTE ACONTECIMENTO. a lloje, ás 6 horas ela manhã foi encontrado morto , no seu gabinete de dormir , o homado commerciante d'es ta praça, .\.ncl rade elos Santo:; Corr,\a , tendo a seu lado , sobre uma cadeira proxima ao 1 :to, um calice contendo al gu::i : ~: gotta s de um liqu i.! 1 ' sverd eaclo. «Chamada a t1utori<l arlc do c! U ri r !., 'sla comp;i – receu no Jogar cio incid ente, acompanhada de peritos para o exame do cadaver. aüs facullalivos verificaram immediatamente ser veneno a ~ ubstancia contida no calice e afirmaram a morte do re, peitavel cidadão pela acç,ão do mesmo, «A. noticia cl' es te tri sti s~imo fa cto con sternou toda a população cl' es~a capital , pois esta estava acosturníJ-
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