Patoral em prol da saúde corporal e espiritual dos nossos diocesanos do interior. 2ª edição

- 31 - so b::> 1 so. É o lenço. Pa1\~ Cc que nada possa ser m~nos per igoso, entr~tanto é um í'óco terrivcl de infecção. O perigo não é p a ra o dono do lenço, m"l.s para oEJ outros. Com o lenço se limpa o na– riz. Com o lenço, quarn1o t ossis, i mp c- dis que os perdigotos imcomodem v0sso interlocutor - e fc1- zeis muito bem-1~-wmdo-o a boca. Mas ó claro qu~ os microbios das fossas nazais, cht boca, dos pulmões se hão de depositar no lenço. Tendes receio dH leprJ. ·~ Pols o lenço do le– proso é un 1 !)erigo porque os germens da enfermi– ctude pass~m-lhe do nariz para o lenço. Tendes mêdu da tuberculose? O lt!nço de que se erve o tubc1·c11loso pro,·avelmente, contem os hacilos da molestia que q1wsl sempr~ lhe r tG. ca os pulmões. Não falemos de outrJ.i enferm: •.i 'l les que pó– dern tran.m1itir-se mediaute o len ç:o. Considerai-o como de facto ó- objdo peri– goso. Entretanto empresta-se com tanta facilidade o leaço ju usado a outras pessoas, at6 ás crian– ças. Serve-se do lenço niio limpo p~ra t!DVOlYer comestíveis, como frutas, pão. Agita-se o lenço junto ao rosto dos outros. Conserva-se longo tem– po na mão esse lenço não limpo e aincla se consi– dt!ra limpa essa rufio. Ninguem diga: "Eu, posso fazer tudo isso porqu<', graças a Deus, não tenho molestia que se possa transmitir'' Deus o permita. Mas ha muita

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