Patoral em prol da saúde corporal e espiritual dos nossos diocesanos do interior. 2ª edição
- 30 - Ha nessa manifesta ção de aretu uma grande malda de objetiva posto que inconsci ente. Quasi identico seria o caso de quem déssc á creança um doce envenenado em bôa fé. Guie-nos a razão e não o seutimentalismo. Em DO'.-'Sas casas d::> interior, ha um C'l s tumo altam en te revelador do ei:ipirit0 hospital'::iro e ca– ritativo do nosso povo. E ' a liberdade que tem qualquer pcssôa de se servir ela agu a do póte da familia com a franqueza de qu em se ach a na p 1·0- pri11 c asa. Esse costume entreta-etc oforecl.! um grande perigo, porque por essa casa de familia pass3m muifos peswas e entre ellas muitos dol a tes. En– tr etl! nto nilo ba preocupa ção em sepa ra r os có– pos dr stinador, aos for a::;ícrios sãos ou doentl!S. As creanças da caw b e JJ cm nesses meEmos cópos sem que ningu rm cuide de os lavar antes. i\ie us nmados Filhos , tendes receio de negar t gua a qutm pede. Btlo, delicadíssimo, caridoso , vosso sentimento; mas tende caridade tambem convosco, com as pessôas de vorna casa, cui- dando com toda a higiene dessa agua e desses cópO8 em que bebeis enfermida des. Outros fócos lia em vossa casa e está sempre convosco umados Filhos, um objeto perigoso. Entretanto não vos r.cautelais contra êle; tende-lo até no vos-
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