Patoral em prol da saúde corporal e espiritual dos nossos diocesanos do interior. 1ª edição
48 __ . _ ·_rnerr ~(l ), especialmente quando estes são -- · a.tac1iÚ'os pelos medicamentos; além disso ó ra~ida a regeneração dos globulos v,~rmelhos. Seó1 essa defensiva do organismo não se ex . plicaria como nossos homens do interior re– sistem t a nto t empo na luta contra o palu– dismo, por vezes inteiramente faltos de me– dicamentos O QUININO. - Posto que além do qui– nino ou qu,inina empreguem outros medica– mentos contra o paludj srno, ele ainda é con– siderado o especifico por excelencia contra a enfermidade. E' ele P;Xtraído da planta cin– chona of'(icialis, nome da~o por Lineu, para lembrar o da Condessa Chichon. Esta con– deseia fo i curada de febres (1638) pelo pó dessa planta que do P erú lhe mandou o hes– panhol Don Lopez Can izaries, o qnal tinha, aprendido dos indigen as a ar>licação do ·:-;,_ medio. Como a condessa que ei:'} esi;t'sa . do Vice-rei, fosse mui to conh ecida.__ ,; o reo1eu~0 fo i di vulgado em toda a Hespan~a. Em 1649 os .J esuitas mandaram esse !)Ó. pa ra Roma e claí o nome que lhe deram então ~e p6 dos - Jes1.titas ou pó do Cardeal, porque t··- --rr.rrlr-·--– r.le Lugo infl uin na sua divulgação. A)gun 8 ~istoriadores consideram os J esuitas como oa primeiros divulgadores do quinino. . ç --- (1) A fagocitose . (
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