Patoral em prol da saúde corporal e espiritual dos nossos diocesanos do interior. 1ª edição
47 difi~ulda_des á cura do que a terçã u~ligr~ / •" imuni_dade com relação a esta ultI= '-"·pa- r ece mais comum. , Na terçã maligna a temperatura alta co st_uma conservar-se mai::, tempo do que na hen~gna.. O exame rnicroscopico do sangue, porem, e que firmará .o diagnostico . Como já se d isse, apezar de ser, por ve~es, mais perigosa a tcrçã maligna, contudo resiste menos á cura em o·eral do que a be- . e ' t, • ã rng~a. alcula-se que para o acesso <la terç· i:nahgna haja necessidade de nns 3.000 pa:ra– ~ita_s por milímetro cubico de san p; ne ; ao passo que para a benigna bastam em numero dez ve,.;es menor. Calcula-se que um acesso fraco de febre póde destruir uns 250 milhões de globulos ~I.QJelhos do sano-ue e um acesso forte até B trilhões. Por o 0 utro lado o numero de glo– lw1"'s ~erm, tbos de um homem normal é cal· culado em i] quatrilhões. Parece, port,anto, que uma febre nm _P~~– co _prolonfada, em pouco t empo imposti1b1h- ,-t-a-l~ntinuação·. da vida humana. · iJeve-se, porem, levar em consideraçã? ,. · que a Providencia muniu o organismo de ot 1;. mos recursos para a propria defesa. Os glo– bulos brancos do sangue apoderam-se dos ele– mentos parasitarios e os destroem em grand 0
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