Patoral em prol da saúde corporal e espiritual dos nossos diocesanos do interior. 1ª edição

28 :c..As creanças teem grande receptividade; elas não se acham imunizadas como os ad11ltos contra molestias diversas. Entretanto essas creanças despreocupadas, sem suspeitarem si– quér do per!go do contagio, não poucas vezes são vitimas da im prudencia, da falta de hi– giene dos mais · velhos. Dão-lhes a beber do proprio cópo e permitem-nas comer do pro– prio prato. Ha nessa manifestação de afecto uma grando maldadg objectiva po5to que in– consciente. Qnasi id,mtico seria o caso de quem désse á creaoça um dôce envenenado em .bôa fé. Guie-nos a razão e não o sentimentalismo Em nossas casas do interior, ha um cos– tume altamente revelador do espírito hospita– leiro e caritativo do nosso povo. E' a liberdade que tem qualquer pessoa d~ se servir da agua..- , do póte da famili~ com a tranquel.F- dee:~~~m se acha na propna casa. ~'\ Esse costume entretanto oferece un:i g1an– de perigo, porque, por essa ca8a de familia, passam muitas pessoas e entre elas muitos doentes. Entretanto 'nã? ha preocu-'?ação _e rp... separar os cópos destmados aos forasteiros sãos on doentes. As creanças da casa bebem nesses mesmos cópos sem que ninguem cuide de os lavar antes Meus amados Filhos, tendes receio de negar agua a quem pede. Be_lo, delicaçlissimo, (

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