Patoral em prol da saúde corporal e espiritual dos nossos diocesanos do interior. 1ª edição
• ,, 27 em que todos os cuidados bigienicos s~m • • impotentes para impedir as enfermidades. Muitos países,, porém, outrora visitados por terriveis enfermidades coletivas só conse– guiram libertar-se dessas epidemias pela lim– peza acurada. Varias nações do norte da Europa são magníficos atestados da importan– cia da higiene para a extinção das endemias e epidemias. Cultivai o asseio pessoal com empenho . A roupa que trajais seja pobre quando qui– hel des, mas seja limpa. Cuidado particular hão de merecer-vos os utensilios de mesa e de cosinha. Quantas doenças se evitariaru si, no preparo do alimento, a limpeza presidisse a todos os trabalhos! Quanto contagio evita– do si o cópo, a chícara, os pratos e talheres ...,tossem bem lavados, depois de usado3 por qnem queÍ ~que sej a , para servirem a outrem! :;.:..: :.".!uità~vezes para dar uma prova de ami– zade mal entendida nao se exige, nem se permite que lavem o copó ou chícara que outra pessôa presente acabe de usar. Essa falsa demonstação de confiança deve ~r combatida, com espírito de caridade Pessirno costume é comerem duas pessôas .,,.. • ~ no mesmo pra t o. Fazem-no em alguns logares ,- ·~ ,_ do interior por camaradagem; mas quem póde saber si t em ou si seu companheiro de rato tem enfermidade contagiosa?
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