Obras inétidas de Diogo de Couto, chronista da Índia, e Guarda Morda Torre do Tombo

• - -- .. • . 4 .9,'IÁ . >-. •. . ". . . . . lPelholque p~uem os ~ereitos a Vossa Magestade, que.não ~os Reys ! 1-louros. Antes · bem olhado estea • fundamento encontra o proueito que• se pretende da fazenda de Vossf••• . · Mae€stade, e he Góu sa de·muitos in:"' • · conuettíentes , especi:ilmente de dous mt1y:s grandes, e de màita conside- • rayão. cJ primeiro he que os vasa- los de Vóssa Magestade , que com as- tais. fazendas nauegão ( que com– rnummente são pobrí ssimos) se lhes impõem dobrados dereitos , poisobri– gando-os a paguar aqui huns <lerei -. ~ d b·~ • tos, os nao eso ngao a paguar ou- tros aos Reys , a cujos portos Ieuão • as taes fazendas , e assy fic30 pa• guando de-reiros dobrados , o que aceegora nunta se vsou , e fica sen- do impos'ição graue pera pobres , ·• por respeito dos qcua is Vossa Ma– gesta-de até agora qu iz que se goar- >. dase nesre particular a liberdade da. franqu~a, e se lha tirarem póde re– suhar , que ou estes pobres deixem o ·comercio, ou vzem uelle em pa r... • , ')I·. . t_e\... • . -~',• . ~ .· --- ... ·~ .... . ... ""' º . •

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