Obras inétidas de Diogo de Couto, chronista da Índia, e Guarda Morda Torre do Tombo
' . .• ..-\. • ~ 94·. ~........ · Jmns sâo os que n~ifegâo cO'm carJt ! tazes aàs quais se guarda a fórrna • ~elle , ora seja pera não :poderem ~_pasar deste porto para sima , ora .•, que posâo pasar adiante , e a es– tes claro está que s-e lhe rtâo póde • empedir a franquia. A, outra sorte de na•uios he de alguns hodlen·s p-o– -bres que· sahem dos portos , onde Vossa Magesrade não tem alfande– gas , os quais tem d-0 costOme , e posse pocierem tomar a dita fran– quia com liberdade_ 1 pera s~gundo ee expeàie!)te das fazendas que tra– zem , verem se lhe conuem entrar nesta Cidade , ou nâd, .e assy quan... • do sabem que as suas, fazençlas se po– dem gastar, encrão dentro, e quan- • · do não , as podem leuar a oú'tras par– tes, ou a portos dos Reys vizinhos, -9onde paguão os dereitos costuma·• · dos. Nem faz contra. voso seruiço o que os officiais da , fazenda ar- • guem neste caso , dizendo que os rnis nauios ~ -e assi nauegâo , h~ . • ' 1 me- ·.~ ~e ••·_, .· . .. .. #.. • • • • • • 1
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