Obras inétidas de Diogo de Couto, chronista da Índia, e Guarda Morda Torre do Tombo
\..... . '- .. w. 6·w •-' ....... -~ '.it"( 7 :?,!\. .. .. • • :.1 . • 9' · ·do'r ·porque part'i.sto,er mais de- , • .J~ª , toóos n1e dfo de pé ·, asi ~J-á, cotno d~ .quá , e como isto· fôr, ficá rã o toêlos descansados, mas , p'à-galo-ha os que tiuerern a culpa, porque o sangue do justo Abel hil de pedir justiça do cruel Cahim ; ~- tt para isto ser mais dipre 0 á -do que ·-:!di-go , inuentou o demon io que isto foi obra sua , mandarem vemder as forr :i lezas , e os cargos , nfo ha vestido qt,1e deµ esta tra_ça, gue não foi isso vender as fortalezas , se não · ..is_Jlfandigas de S. MagEstade, e o sangue de ·seus Va çalos. Porque que!Il comprou as fortale!z2s por presos tão al euant ados , D{j~l sabi– ~o he, qu e os ha de pagua r as al– fandi gas, f! 9}' Vaçalos ; porque se ~ 'capit~,, que até agoJa <:eruirâo iimemente , n;ío ckixá r~o viuer o R ,,. , ey, e o pouo, que sera agora qu~ lbe c~anto. Praza Deos que ás logrem , e que as veja lograr quem isto emúêntou , e Vossa Senhoria . vi-, itixá? e verá •, e nã9 falo maiso1 ) i: · " •• ._, Es- ~ ~~~ ;/e_J •• ' ' ;? t. . . ,\:,.i_:·~ • . 1 • • . ,
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