Obras inétidas de Diogo de Couto, chronista da Índia, e Guarda Morda Torre do Tombo

• • ' · •. -:#·' .. ' • 1M .75 ~ - - P'· ~"'- ,. . \." . ,.. • íiéar de .fórld~qteJ 8 · regra tâ~e~ · · Tal neste Estado, que lle., todo~ mem que nelle enuelhec(!r não ,~~ ,capa , ou de pobre , ou de de~nr- . rado; pobre sou , mas ruuito hoQrâ– qo espero em Deos de acabar, por– ~ue me não póde tirar o rnt111do., • deixar•nelle impressos sei s , ou setti: . Liuros t~o acreditado~ pela Europa t ·· que se ' nâo fôra tão humilde, po– dé ra-rn.e tocar µma pequena de al– tivez, mas como tudo o que tenho feito o ~mcaminhou Deos , me faz ~star com a mão folgad ~ , e ~to · leue ; nesas Náos v;io as mionas oitaua? e nona Decadas, e já lá re– nho a ~e'éirna , e undecima , e se viuer é!Cabarei dLJodecirna com o tempo dê Vossa Serii~ri~ , a gt!efnA pedt me advertisse de ~ -~as ·co~. sas , o q4e não fez , dcuia <le~ef com negocios. · PeH,as R egras que ?,s~igo , ,:orno quá não ha homem mai s velho que este Estado, e.,já o vej o pobre, e deshonrado, cudo que acab-a r~ ç~- • J -• d~~- , ' ... , . ...·· -~. ~ ~:' "8 . --· • • f ~ ; -~ • -• ~ : ;~'(!

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