Obras inétidas de Diogo de Couto, chronista da Índia, e Guarda Morda Torre do Tombo
. "4~ . . ·. ·i;. _;4_ ··J: . :. t·. l ~- . t Wlgran'f.cerão ~ N~o .de .• lisses , da perigrina ão de ~neas , aquellas patranhas Jos odres cheios. . de vento > dos encantarnemos d~ Circes , e das Sereas, do Gigant~....,_ Pollifemo, ayuillo gue outros con- · • tão dos Gorgonas do horto He.sphc- , ridas , a~uellas monstruosidades ~•. · Peritho E~1esio ao Vellocino dou,:~- · ro , em fim tudo o em gue · tantc mostrarão suas abellidades , e ale– uantarâo com seus verssos , tudo fa- rão fabulas sonhadas , em compa– rassâo do que este Capitão vio , e~·· acabou, porque todos os trabalhos, ,riscos, perigos, e perigrinaçóes da– quelles, nffl°orão fóra dos termos da terra tão sabida , nem de 5op · legoas por ~ ~Q cada dia ~ refrescos , e recreações , mas este , 9i nosso Capüâo não assi , não, gue:: 1 sem sa0er por onde auia de naue- · · gar , sae po]Ia barra de L is boa •fó- .;.-... ra , mete-se por esse largo oceanct--:..,- · em jornada de sei~. mil Iegoas , cor– tando tantas vezes a equinocial .r: -~ ,_.) )· 11\0 . . •, r , ' . . . ;.e:·_~ ~' . • ~ t . - . 1.,, ·, 1 . :)~· • '-' .. ·• ... ··-ri
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