Obras inétidas de Diogo de Couto, chronista da Índia, e Guarda Morda Torre do Tombo

\i._ .·.. ~}~ .. ·.· •,.~o~lk • re~o s~rarste •. ~". ndle " fraco barco do meu enge- ~ 1 ".., . n 10 , e sao tantos os caminhos que •.vejo para entrar nos louuores deste ••·.capitão, que não sei, qual delles si- • ga , mas Vós ho minhª Calliope, Vós Virgem , e marrire Sama E::athee · •~ina , me d-tíi. oje a, rnã~ por que . \" • me não perca. . • Dai•roe Senhores hurna pequena detença . e n1ostrar-vf>s hei , como este valleroso Capitão , que essa es• tatua representa , n5o: só he dignq .- de estar Jno lugar em que estes Pa– dres conscriptos oje a querem ale– uant~r, n1as que inda o he de estar em todas as Cid:1~.da lndia , e em todas as da Europa , ero cujas L. ~escreturas'alltlà ,..1;~ cellcbrado que 1':., nas nos~as , porque assí corno todos · ~ os es trangeiros são mais_ polliricos– que nós, assi êstimão hum feiro i tão --.:. }1eroico , corno o que ste E ápitâo ·.. ·. " corneteo , e acabou ir.a is gue nós, agucl b s grandes fa~anbás, que dous ~- poetas , rrgo > e latino ,,. tanto ~ .. •-··~ · · ~ . . ~ .. -~- . . ' _. _!' _( ·!,_ : d_ • ~ ... ~~,t .·' ,. eq_- ' • • •

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