Obras inétidas de Diogo de Couto, chronista da Índia, e Guarda Morda Torre do Tombo

,t ! e r ôes . fulldamentaes ; ·~.• manc!ra, que póde se1~·hurna excel– • . ••lente inqrucçfo pâra aquelle Gover- • • • no. Porém ántes ·cte aperfeiçoar es- • 'fa Obrn, Jhe foi fi.frtado o Original • d_ella ·, e _sem mais o poder haver . • • -1..âs rúãos , chegou a este Reyno sem '!./ • iiome de Aú thor, onde te rrasladá..'. râo· :il gumas ccpias , ~ue forão ti-; das em grande t;stin~a dos que as púdérão l}av·er. Sendo disto adver– tido no anno dê ' I 610 por lrnm amigo seu , tornou a reformar està • Obra , ou quasi fazella de novo ; p·orque introdúiio ·por pessoas do Dialogo, hum Go\"'ef.npdor', que ti– n'ha sido dá India com hum Sol- • •• dado prát~ijl.,• ambos em Casa , ôe hum Desp:ichador, tratando so-. bre as cousas d:iguelle Estado , tra".' zendo-as ao _tempõ presente , com tan t;i ponderaç~·o, e jnizo, que não · - -~- sómente · póde servfr de norte aos • que o governarem , mas em todo ó l,. . _tempo dá claro desengano ~as cou-, .• • · ffiS delle•. E~Obra dedicou JlO • .. " • . • '. . • ~ rvtar:.. • . . .. ,. . . . .•. . -:~___! .•

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