Obras inétidas de Diogo de Couto, chronista da Índia, e Guarda Morda Torre do Tombo

.~;9·-~- ... :··:_- ··1,; ··.· ~~_I .3 : ·• : ·~ · f !",nde zelo do Bem pú ico • Pa.& .. tria , que junto com o entend-imen- •.',,· • to e experiencia, de que era dotadq,. • lhe fez considerar as causas de al-' , • guns inêonvenient es, que havia no• Governo da Republica, e principal- • mente no Estado da India , onde>. • . e1le assisti'ct , e onde por ausenc ia • ~ dos Reys , ~ excesso dos Ministros, llião as desordens em maior cresci– mento. Para r;mcdiar este mal , vi– vendo ainda ElR ey '0. Sebas tião, çompôz hum Livro; a que chamou o Soldado prático , no qual intra- • duzio por modo de Dialogo hum :Vice-Rey llOlijWe' nte eleito , fall an- • do com certd : oldado velho da In- r • dia , que anda"ª n~nu,e em seus · requerimentos , pa7'a se informar das ·cousas que lhe import av ão para a jornada , e do mais que rocava ao Governo da F azenda R eal , e Mi- ' • ·• . ' . ~ .. .. J icia daquelle Es tado , e em tod as .,. -·: estas cousas , aponta com cortezão .estilo , e brevidade o que ~e deve ., segnir, ou evitar , dando . os Exenr· .•"·. ... . ...,...,, 1 • • .· ·. ,- ". . . p 0 3 , • , . . . ., • ·. ·-·1.·.- .: -~.<! .:.~

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