Obras inétidas de Diogo de Couto, chronista da Índia, e Guarda Morda Torre do Tombo
.r • . ., " .. • • ~ • • 3{;€ IH~• • • • o coração de quem o ouve? A'ma-e neira de Herodoro , humas veze~' 9uando o pede a materi:i; outras e) mo T aciro, he forte, e valente. Seriamos infinitos, se quizessem s ana !y ar todas as bellezas da arte, com que este sabio Port-uguez sou- be enriquecer esta Oração : os sabios, ,; a .quem perten ·e o apreço das obras de espiri.to , passarão a dar-lhe os louvore~ devidos, l}Ue Ós mells cur- tos ralen ros lhe não sabem dar , e espe,ramos que a Naçâó nos agrade- ça a posse de huma ral pedra precio." sa de tantos quilates, e de tanto va– lor. Ora ·sendo esta a analyse das suas bellezas, passaremos a mosrra1· alguns defeitos do tempo do noss Panegyrista ; pois ninguem ignora. que o que he louvauel em hum se– cuia, hecensuravel no outro, e que todas as N :ações rem differentes gos– tos, e genios, e diversos modos de pensa~ • Pope he assás~a · nacl3rr}!,~ l • () - ~ -~i~
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