Obras inétidas de Diogo de Couto, chronista da Índia, e Guarda Morda Torre do Tombo
• •• • • ... ~ .. - .. ~ 120 ~ ••· do contra os roche!os, e pontes q~c :. encontra, até gue finalmente se ·en– , tranha no vasto, e espantoso Oc.ea• • no. A magestade dos conceitos, os -rl'pensarnentos elevados , as figuras , as• sim de palavras, como ae pensamen• tos, as imagens nobres de 9ue final– mente se serve, tudo isto foz persua• - dir ao leitor, que elle não ignorava o CJUe Aris toteles diz a este respt!Íto , e o que Longino nos dei xou n_o seu '1dmiravel TratJdo do cublime. Com• para clle o sabia Grego Demosthenes • a liurna tempestade furiosa , cujos raios desvastão , e destroção tudo que encontrfo , e Cícero a hum in• cendio , que tudo com o .seu impe• rio devora , e consome ; e porque • não diremos que o nosso Panegy- rista he semelhante a hum rio cau– daloso, que assim corno este engros– sado com as aguas do inverno, cor– re ar rebatado, já arrazando valles , já despenhando as mesmas pontes : • ?ss im elle com abundancia da sua tl»~~o,· á transporta , já arrebata ,__ • o l+~M . •
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