Obras inétidas de Diogo de Couto, chronista da Índia, e Guarda Morda Torre do Tombo

• . ,.. deixar cfe enternec~-se ~ vista • rnagistraes pinturas , e tocantes (llla– fi., ·dros , com que este raro Genio en– riqueceo o seu poema. Seriamos in• ~finitos, se quizessernos analyzar quan– ~o de nobre , e magestoso se encon– tra nesta materia, já entre os anti- • gos Gregos, e Latinos , já entre os _nossos sabios Portuguezes (I) porém eu não preciso mais do que expôr diante dos olhos esta Oração deste nosso sabio Chronista da lndia , que a Nação deverá avaliar por hum dos mais nobres monumentos de nossa • literatura. 1Í Qye elevação de espírito , que r juízo delicado, que frase nobre , e expressi ua se não encontra nella ? ... • Eu dev iso quando a leio , ter est e gran- . (1) Veja-se na Chronica do Senhor Rey D. Jnáo terceiro a pintura que Francisco <lc:: Andrlde fez do sentimento que causou a toda a Cidade de G oa a triste noticia do Senhor Rey D. Manoel ; em Fr. Luiz de Souza a pintura, e descripc;ão da sepultu1 ., • !' "? ~'.''ii/i,º ~'.outros ,nuitos, --~-' ~,.. f,,,:.:-,,., .,:ir .

RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0