Obras inétidas de Diogo de Couto, chronista da Índia, e Guarda Morda Torre do Tombo

/ .r • .. •~nf ~ Je •• • • }.e que elle dev~ fertil izar a sua irna- Ginação , ·e a sua alma ( r) assim o ! füerão, não só os J,Tiais respeitaveis.. • Gent ios , como ainda os que gozão~ d_,a verdadeira luz da R.e1!gião Chris-J"'II ta. Do grande Agostinho ainda le– mos (2J que nunca lera o quarto li- • vro da Eneida de Vi rgiiio , sém der– ramar g rande copia de lagrirnas. Q!iem de huma vez quizer conhecer 1Í poderem alçada desta div ina arre, náo tem ma is do q ue faze r paralle-- lo della com a histori a. • Qualq uer H istori ador, que nar- ~ rasse a guerra de T roía , faria sim huma narração miuda , e circums– ranciada de todos os seus bdlícos . d . f: ,.,.,.. acontec imen tos , mas no a ma is a- · ri a ; o Leiwr porém quando le o se- · .. gundo li Vi'O da Ene-ida , não--- póde dei- (1) 'l'tl ada rna Dacie r diz dos q ue re dão ao Estado lia Poesia : pleno se proluit auro. ( 2) San t, Agostinho eh'! -0 s~t.r T rataàó • das conffiçó'es > ,assim_in~ uatileh~ b\ón• f,;:s sa, • ~ , . • • • :.... r-. -;--[· ..: . ;,a ~- _ ... .,_,;~...,

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