A Santa Casa de Misericordia Paraense noticia historica 1650-1902 mandada elaborar e publicar pelo governador Antonio José de Lemos Arthur Vianna
ANTA C DA MISERICORDIA 359 I' numa li a e p cial de alumini o e bronze; pesa r .860 kil oo-ram– ma , e mede 2m, 7 ~ das planta á ponta da mitra. Sob os delinea– mentos De n°·eli , deu xecu ão ao monumento o e culptor E . Quat trini, cuj o renome a rti tico é bem conhecido e notavel; o d e enh o d finiti o coub ao a rchitecto G. Tog netti ; e a fun_d ição á éa a G. Ba tianelli , de R ma. D oi p ro fi ionaes distinctis imos 1 attesta ram que o monumento qu r pela magnifi ca concepção a rti - ti ca q ue o in pi rou, quer p la execução elo tra balho em g ranito; ma rmore e m tal, é pcrfe iti s imo e merecedor da approvação e e ncom10 de toda a pe oa da arte. I o di a r 5 de to, á oito horas da manhã, em presença da a uc toridade c1 v1 e milita res e de g rande concurso de povo, foi a e ta tua de endada, 2 depoi do que . ecruiram todos para o b a irro do U mari al, cm extenso cor tej o de carros e b onds. E ram dez hora da manhã, quando o Senador Antonio Le– mos, ladeado pelo Gov rn ador do Estado, Dr. J osé P aes de Car- 1 O profe sor Caetauo K ock, :ircbitecto, membro da academi:i de s. Lucas, de R oma; Albertina de Turi uo, de .P eru a, Carram, etc., e o caya]beiro Eugenia ].Jaccag,uani, esculptor, profe sor em São L ucn e no Mu cu Arti tico Indu -trial, de R oma. 2 T enno de ina11g11raf rio do 111011 11111ento mandado erigir ao B ú po D. F r ei Caetano Bran dão pela h ztendencia ,ll umi:ipal d,• Bc/c,n: . Aos quinze dias elo mcz de Ago to de :11(] e no\·ccc nto ., undecimo cb R epublica dos E tados Unidos do Brnzil, á oito horn da n1anb:i, n'cstn cidade de Snnta !\faria de Belem do Gram Pará , em a Praça D . F rei Cacumo Brand,10, achando-se presentes o Govern ador do E - tado, Dr. J o é faes de Carvalho, o Intendente l\fun icipnl de Bclem, enador A ntonio J osé de L emos, o R everend i imo Bi po Dioce : 10 0 , D . Antonio Manoel de Ct1 -tilho Brandão, o ~fem– bros do Con elho Municipal e auct? ridades civ i, e militnre , perante numero O concurso de pes– _soas de todas as clàssc socine ·, teve Jogar, com a olenrnitltlde$ proprins do acto, a i11augura– ç,io do monumento erigido á memorin do Bispo D . Frei Ca L"lano Brandão pela In rcndcncia M u nicipnl de Belem, çm virtude cln R esolução do rc,pectivo Con ·elh o, numero ciucoenta e quatro de 24 de l\ían;b de I 899. E para con. tnr, la\'rou-,e $lC termo, que m e as ignndo pelo Dr. Governad or do E tndo, In tendente ~Iunicip, 1 1, Bi,po Diocc ano, 1Jcmbros do Con. elho ].Iunicipal de Belcm, aücloridadcs civis, n1ilitarc: e ~cdes ia,tkas e mai- pessoas que as i tiram ao acto. Eu, E lyscu E lias Cc ar, Secretario interin0 da [nteudencia ck Belcm, o e crevi. - (As– signados ) Dr. J ost/ Paes de Carv(l!/io.- D. dnto11z"o, Bi po UI! Belem do Pará, A1ltonio f osi de Lemos, I n tenden te. Seguem-se oulrns as,ignaturas . ·
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