A Santa Casa de Misericordia Paraense noticia historica 1650-1902 mandada elaborar e publicar pelo governador Antonio José de Lemos Arthur Vianna

A ANT \ CA DA 1\rI ERI CORDIA o Dr. P r ira uim arã av ntuou no seu relatori o de 18 54 a a fre iras todo o tra balh o d os doentes. O 111 lida d ntreo-a r- dou tor n:io chegou. Raiára a madrugada. Floriam pela ,,eiga exten a rociáda A ro ns e a cecem, o lyrio e o j::tsmim . .. \ o:\ra parn o céo um martyr-cherubim, Um conYiva, talvez, para o eternal íe tim, A onde tud é ílúr e tudo é ro iclér . . . E empre fugiti ,·a a deu a Caridade! III A noite é d 'im·ernada. A nza da procella Jía muito que npag:íra n derrad eirn estrella. Qual um milb:io el e c:ie , o vento. pavoro os Uirnm na amplidfo dos bo ques tenebro. os. V e, lira -se de negro a va. tid:io etberén. Sabem do seus co,·i. o Crimes e a Mi eria. Re tine pelo espaço o ~rito do trovão ..• De cnda labio o medo arranca uma oração. A cbuYa, a gollejnr da, amplidões sombria,, A lngn t ristemente a longa serranias . . . « Qne fri os t:i o crnei, , 6 Anj o cln má · orle: O fri o da borra. ca e n geliclcz da morte. i\forrcu tnmbcm a im o meu filhinho .. . eu vi! J\h ! si elle inda ,·ive e, eu n:io morrera aqui. Não ha ninguem na ma, a· casa ão fechada . E o rico que adormece m colcha perfumadas, Sonb:111do gloria mil num crimino nmôr, Não om·e o men gemer, nem · ente a minbn dôr • · . . . . .. . . ...... . . . .. .. . . ... . ...... .. . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . .. . . . . ... .

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