A Santa Casa de Misericordia Paraense noticia historica 1650-1902 mandada elaborar e publicar pelo governador Antonio José de Lemos Arthur Vianna
• da · rac10 a e ·cu cacaoae ·; tão sómente r ferira- o acerdote ao eus e cravo qu não podiam ser vend idos, nem separados; mas deduzia- e da r g ulação que deu o doado r aos seu bens, no ca o de er extincto o ho pi tal, a inalienação implicita das pro– p ri dade . \ nt~ de 1ualqucr pa so para a venda, d irigi u o pro– vedor carta circular ao mais conceituados bachareis do Pará e do :Maranhão, remett ndo-lhe o ext racto do testam nto e soli– citando-lhes opin ião a re peito. E te acertado expedi nte não teve o résultado effic iente que d elle e esperava, porque a op1111ões dividiram-se, umas cm favo r, outra contra a venda, fi cando o as– s ump to ainda mais ob cu·ro. \ I rovedoria r solveu então submetter a materia ao juizo da assembléa leg islativa o-era!, ímpetrando- lhe auc tori. ação para ven– der todos os u ben improductivo , ainda que doados sob clau– ulas restric tiva el os eus d ir ito de posseira . Tanto bastou para qu tudo continua e como anteriormente, pois, não obstante os em- • penhos da Men com o representantes paraenses no Rio de Jàneiro, annos passa ram-se na expectativa. O Dr. P ereira Guimarães, em seu ultimo relato rio de r 86 r, mostrava quanto de util e necessaria se torn ava a p rsistencia de provedores e mezario · pel_o deferi– mento do pedido anterior, quando cl'elle dependia, no eu enten– der, a magna questão da prosperidade cconomi ca da Santa Casa. Semelhante alvitre, porém, não foi seguido : o vice-provedor Antonio José ele Miranda, que substituiu por alg um tempo o pro- • vedor João Aug usto Corrêa, in fenso á ideia da venda e partidario _da conservação do ben ru raes, tratou le arrendar a Caviana e a Graciosa. Felizmente e te modo de pensar erroneo, encontrou op– pos tas disposiçõ s do prov dor Corr "a : elle o combateu e despre– sou. « Façamos um esfor o, Sr ., e crevia elle no seu relatori o de r 86 2, em proveito da Santa Casa, e em honra da nossa intellig n– cia, pa ra nos li bertar dos pr -conceito · que bebemos no leite que nos nutrio. 1 cm sempre o adagio - « quem vende o que tem a pe-.
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