A Santa Casa de Misericordia Paraense noticia historica 1650-1902 mandada elaborar e publicar pelo governador Antonio José de Lemos Arthur Vianna

\ A TA CA A DA MI ERICORDIA cuar, qu a mpreza demandava mais que os auxilio da anta Ca a, o r cur os do O o erno, ainda negado . nci os por v r ·anado o mal, convocou em reunião especial a Ieza, n lia I. 0 de faio de 185 7, e submetteu ao seu juízo o a umpto, explanando-o convenientemente; resolveu então o con- elho que ntr era e a faz nda ao governo e com ella o onus de manter o lazareto, o que importava em re tabelecer a execução da lei de 1 2 d 1\Iaio de 1838. In fo rmado d'esta ,d liberação, 1 o presidente da provincia de– clarou-s incomp tent pa ra acc ital-a, com fundam nto de s6 á a sembléa 1 g islat iva a si tir o dir ito de pronunciar-se a r speito do facto, visto t r -d'ell a partido a doação da fazenda, d~ modo que não obte ·t Miseri cordia resultado prompto e decisivo. Entre– tanto não se deteve .o I rov -dor na tarefa economica; em demora mandou ~etirar toda a scravatu ra que guarnecia o I inheiro, onde apenas ficarai'.n os guardas nece sarios á conservação da casa e annexos. Emguanto e perava a reunião dos deputados, a lVIeza expôz ao governo as condições, mediante as guae não poria duvida em continuar a gerir tánto o ho pieio como a fazenda : seriam realisa– dos pelos cofres publicos os melhoramentos de que precisava a olaria ; os escravos occupados nos serviços, receberiam jornaes como trabalhadore xtranhos; os productos oleiros seriam prefe– ridos nas obras publi as pelo preços correntes da praça; o rendi– mento liquido partir-se-ia ao meio, uma parte ·destinada aos laza– ros, outra á amortisação do emprestimo de cinco contos de réis, que se fi zesse para reali ar a obras. ão acceitaram os legi !adores es ta proposta, aliás muito cor– data e nada exhorbitante ; na lei n.º 311 de 24 de Abril de 1858, x SECç,1:o DE MANUSCRIPTOS CIT. Correspomiencia dos pro1Jedon:s cit . Officios de 4 de l\Iaio e 25 de Junho. _J

RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0