A Santa Casa de Misericordia Paraense noticia historica 1650-1902 mandada elaborar e publicar pelo governador Antonio José de Lemos Arthur Vianna
/ .\ XNT .\ .A DA Ml ' ER[ RDI.\ • 9 lo ho pital á cr taria ep i copa] ao me mo tempo que desi ti a lo u mpr ao. ão produz iu re ultado e te ubterfuo- io, por- quan to ord enou provedo r a cita ão, r poncli da pelo intimado om uma a rta in ultante onde vinha !aramente expre a a re– cu a fo rmal ao cum pr im nto ela ord m. Havendo ma t ria uffic i nt pa ra proceder a ju tira publi ca contra o delinqu nt , que r luctava de modo illegal na obed iencia da 1 i, e in corria n rime de injurias esc ri pta , não qui z J\far 1 ues da o ta ca ti g-a r o d a ato d que fóra vict ima; preferiu reco r– rer civilmente ao bi po, como uperior do padre e protector do hosp ital. E cu ;:ido rá cl iz r que a re posta encerrou uma abso– luta r cusa el o r lado, ond procurou elle demonstrar que se violentava a Confraria, xc ptuacla, como, na sua op inião, e tava elas prescripções r' ·ia . Longe, portanto, de seg uir aqnelle pru– dente conselho ele frei Caetano, qu e pregava a submissão eccle– siastica ao oder con tituid o, proseguia D .. Manoel irreAectida– mente na conducta da r istencia· á intimação. V ndo no acto do provedor mai o desejo de feril- o do que o zelo profissional, colhido pelas malha da justi ça, escolheu o peb r alvitre, quando o melhor nenhum sacrificio exigia da sua honra, mas apenas uma cedencia do seu amor-proprio. O fundador do hospi tal t ria· aber to de par em par as portas á lei, ev itando a violcncia h_umilhante elo se 1ues tro; se os bens da irmandade esta– vam todbs em seu poder, pro peros e ampli ados, se dos livros só devia exalçar-se o brilh ant ismo da administi:ação, que damno po– deria advir do exame legal? Empenhado agora ·mais afi ncadamente, depois de insultado e repellido, lançou o provedor uma comminação, que o bispo deixou corr r á reveli a, sem interpor qualquer recurso ou appellação; talvez se persuadisse ell e de que as cousas n"ío chega riam aos extremos, e que tudo ficari a em ameacas. E m 1 7 de Abril de . , 1 807 xpirou praso mar ado e julgou o juiz por sentença a
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