A Liberdade de Cultos
4 9 qu e se p ro po rciona ás forças do pa1z e se fun d e , elo qu e a irrupção turbul e nta ele massas famintas e d esmor ali sadas. Po r b rilha ntes ou seducto res qu e pa reçam exemplos como o da A ustrali a, o facto é, q ue mais d e um obse rvado r pe r s pi caz d e scob re a hi mo ti vos pa ra futura s eve ntu acs cri se s. « O progresso d e uma nação diffe re essen– cialmente da ex pl o ração d e um te rrito rio con ce– d ido. N' uma emp reza o futuro é v ita lí cio, o pon to d e v is ta ape nas o lu cro . O Bras il não é uma concessão dada . É uma nação cresce nte. O aca – nhado cri te ri o excl us ivo elo lu cro das lavouras e do c5)111111 e r cio, não bas ta : é mi s te r qu e subo rd i– nadame n te concorra pa ra a cons trucção firme e d uradoura do Es tado i>. (') A té aqu i o illu st re e sc ri p to r po rt~1 g uez. Não creio qu e se possa elu cida r com ma is irres is tí ve l cla reza; com cri te ri o mai s seguro o fac to e a razão do facto ; a hi s to ri a e a s ua philoso r hi a . A co r– r e n te immi g ratoria dos povos p ro te stante s pa ra o Bra s il não passa, po rta nto, el e uma utopia, ele uma emp reza ir realisad a e irreali savel. E po r uma u top ia, por uma emp reza vã, qu e nos tem já cus tado rios d e d inhe iro sem toda \ ia a pode rmos leva r ao cabo, po r um deside1,.atum impos sível, po rqu e se oppõe ás le is natu raes q ue p r s id m á compe ne tra ção e a ssimil ação la s raças, (J) O Bra,;i! e as olonia, portuguezns, de png. r 54 a 16o. 4
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