A Liberdade de Cultos

BI BLIOTHECA F. H. DE N. S. W .ul.P.ulO - R.10 - AUGUSTOS E DIGi\"ISSDlOS SE:'\HORES REPRESEKTANTES D\ .-X \Ç\O Venho e m nome ela Relig ião, ela razão, dos ma is altos inte resses da sociedade, em nome ela le i, elas tradições e elo porvir ela nossa pa_tria, conjurar-vos qu e não approve is o proj ecto de le i que passou ha pouco no S e nado estabelecendo no Brasil ple na libe rdade de cultos. Supplicando a vossa attenção para o que vou pond erar, para as g raves razões que me movem a usar do dire ito natural e leg al de r epresen– tação contra esse proj ecto de le i, eu qu e ro log o desde o começo afastar do vQSso espirita a sus– peita de qu e reclamo um privilegio odioso em favor da Ig reja Catholica e a oppressão das com– munhões dissidentes. I Não, Aug ustos e Dig níssimos Senhores. O facto de ser no Bra sil a Relig ião __Catholica a Re – lig ião do E s tado não póde se r conside rado como um odioso privilegio. Esse facto, como todos os outros,-mais qu e todo s os outros,-que constitu em a physionomia, o modo de se r, a e ntidade propria ela nossa nação~ de rivou como conseque ncia na tu-

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