A Liberdade de Cultos
37 prome ttida pelos mes tres da R e forma a cada fie l, o dire ito de se fa ze r proclama r, como de facto foi proclamado, po r p ropheta de D eus, e R ei de S1.ão / Ve nham os Mormões, practi ca nclo la rgamente a polygamia, para imita rem os antigos pa tri a rchas , qu e elles lêem na Biblia te rem tido ma is de uma mulhe r. Ve nham os Trinitarios, os A nti-Trinita rios, os Purita nos de Cromwell , os E piscopali a nos, os iVowno!/úng-s, emfim, todas as mil seitas, ainda as ma is fanati cas e ex travaga ntes, qu e j á p ullul a ram, e qu e podem a inda pullula r, no seio da g ra nde Babel chamada P ro tes ta ntismo! Venham - bem qu e j á os te nhamos em g ra nde copia"- e me reçam tambem a approvação da le i os E spiriti s tas qu e constitu em uma nova se ita reli– g iosa, com suas evocações, com seus mcd/ums, com sua xaltação doe ntia, qu e conduz fr eque ntem nte ao sui cíd io e á loucura. Venha a nova r elig ião do Positivismo, cuj o culto tem por obj ecto a huma nidade, pe rsoni fi– cada na mulhe r, não sendo assombroso qu e ex– hibam <l 'aqui a pouco em publi co os d evotos d e C mte o seu ídolo sob re um a lta r, como fize ram os theophilantropos de r 793 com a celeb re deosa R azão, symbolisacla em uma mulhe r pub lica, a qu em enthroni za ram sobr e o a lta r-mó r ela Ca– thedra l de Notre D ame ele Paris, em virtude ela libe rdade de cultos , como a q ue rem introdu zi r entre nós.
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