A Liberdade de Cultos
19 entende?', de ir ao céu p elo caminho qite julgar melhor, e de fazer manifestações externas de seu cuJto com tanto que não viole a lei" e o direz"to de tercez"ros. (') ii Oppoz-se q ue talvez bastasse r evogar o ar– tigo do Codigo que se r efer e á fórma exterior de templo; não fo i, porém, aceito o al vi tre. O artigo da Constitu ição é que deve r eceber em cheio o golpe ; o q ue se quer com essa lei é < qite os ci– dadãos brasilez'1-os procurem a sua salvação como quizerem >> - é que tenhamos firmado, de conformi– dade com os p ri ncípios da Revolução, o direito amplo que tem todas as relig iões de se produ– zirei em publico, em face da Re lig ião Catholica, como ig ualmente verdadeiras, boas e ap tas a faze r a felicidade eterna dos homens ; ou como todas ig ualmente falsas, o q ue é o mesmo pa ra o in tento; porqu e em todo caso, o direito e o dever do E stado é não levar nenhuma em conta, e a crir e mante r- se fóra absolu tamente da acção b de todas ella s. E' o systema chamado z·ndzjferentz'smo, con– clemnado pela Ig rej a Catholica. O ensino cl'ella n'es te ponto é unanime e constante . V Augustos e Dig níssimos Senhores Represen– tantes ela Nação ! Ouvi os termos g raves em qu e se exprime o oraculo ela Santa Sé Apos toli ca (1) Sess. do Senado de 9 ele Agosto corrente.
RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0