O Estado do Pará 26 de Dezembro de 1935

simetria com ese em do aa 4 saem Nenhuma doença do cão é tão perigosa para o homem e os a- nimaes domesticos, como a rai- va (hidrofobia). O conhecimento dos seus sim- ptomas é indispensavel aos que vivem no campo, para prevenir accidentes de gravidade. A “raiva” ou “hidrofobia é uma molestia virulenta e mortal. Em geral, a doença segue na marcha regular, apresentando á observação certos periodos que importa conhecer. lo) Periodo de tristeza — Dura em geral, cerca -de dois dias. No primeiro/dia o animal torna-se triste e isola-se, pro- curando os sitios escuros. Quando «caminha arrasta-se e em geral traz a cauda entre as pernas. Embora não recuse à a- limentação, come menos do que o habitual. No dia seguinte a tristeza desapparece e o cão en- tra no estado de agitação. Tor- na-se inquieto mudando de lo- gar a cada instante, alimenta-se mal e neste periodo o cão não tém tendencia ainda para mor- der. 20) Periodo A agitação — Começa geralmente no terceiro dia. O aspecto do cão neste pe- riodo é característico porque é o «periodo da agitação” A inquietação subsiste, o ani- mal caminha agitado de um la- do para o outro e dirije-se ao dono sem morder. Recusa o ali- mento, mas tem uma sêde in- tensa, procurando alimentos es- tranhos e improprios, ingerin- do pedaços de madeira, carvão, eic. Embora assim agitado, o- bedece ainda à voz (> dono, po- rém, o olhar é esti. ho e os mo- vimentos da caui, são lentos. A” medida que a molestia vae avançando, o cão é sujeito a alu- ctinações, observando estupida- mente qualquer movimento em torno; abre a bocca como se a- bocasse um inimigo imagina- rio. Neste periodo o latir do cão muda e torna-se característico. * Durante o decurso deste pe-| riodo, o animal bebe avidamen- te a agua, sendo, portanto, um erro julgar raivoso. sómente o cão que tiver horor á agua. O cão raivoso só deixará de beber quando a contrição da garganta lh'o impedir. Por isso tal pre- conceito tem dado origem a gra- ves accidentes, porque neste pe- riodo, o cão ataca as pessoas e animaes : “80) Periodo da insensibilida- de—Começa ao quarto dia sen- do caracterizado pela impossi- bilidade de comer, beber e la- drar. A agitação é grande e O cão morde gudo quanto o cer- ca. QuandoSlivre corre desen- freadamente, babando, o pelo e- ricado, elhos salientes e inje- gados. “A insensibilidade do cão nes- te periodo é tão grande que se póde bater ou até queimal-o que Parecerá nada sentir. à 40) Periodo da paralizia — Este é o Periodo : final geral- ente no quinto dia, determi- DE epa a morte do animal que acado Jor uma paralisia mor- te por asphyxia. cão A morte póde tambem sobre- vir no fim de vinte e quatro ho- ras depois dos primeiros sym- ptomas, assim como raramente dentro de dez dias. Embora os symptomas este- jam especializados, o diagnos- tico da raiva é difficil de fazer- se, por causa da apparição ir- regular e insidiosa da molestia. Quando a marcha da molestia não fôr regular, causando duvi- das, deve-se usar medida que as- segure a não propagação do mal, isolando-se o cão até que se positive, evitando-se de ma- tar um animal suspeito e não raivoso.O tratamento da raiva é nullo. Se o animal está rai- voso, 0 unico recurso é a mor- te. Quando. um cão fôr mordido por outro, considerado raivoso, deve-se immediatamente pôl-o em observação, e ao menor symptoma sacrifical-o queiman- do-se os objectos pertencentes ao mesmo e o canil rigorosa- mente. desinfectado . RAIVA MUDA — Os syn- ptomas desta raiva são identi- cos aos da primeira, caracte- rizando-se, porém, pelo animal não poder morder nem. ladrar. Apresenta-se com a bôcca a- berta, deixando pender a lingua, dando sahida a uma saliva vis- cosa e abundante. O aspecto ge- ral do cão é de tristeza, parecen- do as vezes tratar-se de um cor- po estranho, que o impossibilita de fechar os maxilares. Tal ap- Procurando informar aos nos- sos leitores e aos brasileiros que desejem se dedicar á agricultu- ra € á veterinaria, obtivemos do dr. J. Pimentel Godoy, profes- sor do estabelecimento, interes- sante entrevista sobre (a sua or- ranização e finalidade. Assim inicia o professor Pi- mentel Godoy a sua palestra com os “Diarios Associados”: — “A Escola Superior de A- gricultura e Veterinaria do Es- tudo de Minas Geraes (a ESAV como nós a chamames na inti- midade), é um estabelxcimento de ensinly theorico e pratico de agricultura, o mais completo que existe em nosso paiz, e tal- vez em toda a Amrica Latina. O seu programma é traçado de modo a attender a todas as ne- cessidades da nossa producção agricola. Não visa produzir a- penas homens de gabinete, ou doutores em agricultura. Não. Vae muito alem. Procura e tem resolvido com efficiencia o pro- blema maximo do nosso meio rural, isto é, instruir todas as camadas sociass de modo a tor- nar cs ensinamentos modernos dessa sciência um capital ao al- cance de todos. Ii, para isso, parencia póde originar conse-|mantem, alem do curso superior quencias graves nas pessõas que/em quatro amnos, que dá o titu- julgando tratar-se de accidente|lo de engenheiro agronomo e me- provocado por pedaço de osso, dico veterinario, e o curso de procuram desembaraçako e des-| doutor em agronomia e.doutor - ta fórma se contaminarem comem veterinaria, de dois annos a saliva do cão, em ferimentos|de especialização, os cursos de existentes nas mãos ou em fe-| administrador rural, em um am- rimentos feitos pelos dentes do|nº e o de technico agricola, em cão durante a pesquiza. dois annos, nos quaes (2 annos) Esia doenca mata muito ra-/ºS alumnos estudam, alem das pidamente Tão durando os ani- materias technicas agricolas, as maes mais de tres a quatro|Mttasas propedeuticas indis- dias. . pensaveis . Nos campos de criação de a-| Seria fastídioso pretender de- nimaes, deve-se dispensar todo|monstrar o valor deste curso, o cuidado porque um ção rai-|Visto como se pode imaginar o voso, transmitte não só atacan-|beneficio delle immanado ; do, como tambem. deixando por|ºS Nossos fazendeiros que, em onde passa a saliva contiamina- geral, não podem ter ESSANICO da, principalmente nos pasto, nherro agronomo' comorteo aê curraes, etc. Ide sua empreza.. O curso de ad- A raiva é transmissivel ao mmjnistrador, feito Em, Eno, homem, ás aves, e a todos os SSD da O nes de go SnEADO: a agronomico. Os profissionaes UR EC as DS res do da deste titulo têm aptidão) para di- rigir, ou administrar as fazen- medicina, emprega-se côm mui- das de nosso medio, levando-lhes to bons resultados as vaccinas | os principios indispensaveis ao preventivas para cães, ficanko seu desenvolvimento” os mesmos immiunizados duran- te um certo periodo de tempo e por esse meio isentos de adqui- rirem a terrivel molestia. Proseguindo, ideiara o com- petente agronmo : Melhor que formi- cida só a gallinha à > d'Angola ge: A revista «Chacaras e Quintaes? publicou e nós affirmamos as pala» vras de O. F. o conhecido escriptor agricola do « O Estado de São Pau- lo». RE A «galinha d'Angola» é realmen EN tá RUA 15 DE propriedade agricola aonde vivem as angolas, não se vêm sauvas: pelo me: Dr. Sylvi no á “GRANDE DESCOBERTA PARA À MULHER nos a sauva. ahi só trabalha de noite. Seja como fôr, a criação de gallinha d' Angola é aconselhavel por numero» sos motivos. pi A GALLINHA de ANGOLA pertencente á ordem dos Gallinaiceos, | familia dos Phasanideos. P.de Araujo te o maior espantalho da Sauva. Na, “A MULHER NÃO S0F FRERA DORES Porque o dr. Sylvino Pacheco de Araujo, eminente medico brasileiro, como o grande scientista russo tara, bem criou, com o seu maravilhoso preparado «FLUXO SEDATINA» o rejuvenescimento da mulher, fa” zendo desapparecer milagrosamente em menos de 2 horas, as dôres men- saes, acalmando, regularizando e vi. talizando os seus orgãos, facílitan” do os partos, sem dôres, cujo perix go tanto atérroriza a mulher. Dr. Esto go E” um preparado de real valor, é gre se recommonda áos exmos. srs. madicas 0 pirioiras como E gento calmanto o encontra-so em to- das ás Pharmacias o Droga rias, «FLUXO SEDATINA» ro gnlador das funcções femininas Está vendo usado diaria mento nos pracipees hospítres motr- 4amente nas maternidades, casas de rande do io de Janeiro » São Panlo. ea Ea mz j VAR e: | São aves do tamanho das gallinhas communs, e caraterizadas por um tus berculo calloso na cabeça, duas bar- bellas, pescoço mais ou menos pella. do, canellas lisas e quasi sempre sem esporas. ' Tem os tres dedos anteriores uni- dos por uma clrta membrana e o posterior só tocando o sólo com a unha, si a(R A cauda é curta e virada para bais xo, é «nambi>. Existem varias especies originarias de diversas zonas africanas, onde vi- vem em estado selvagem. A principal especie é a £Amgola Commum?, Numida meleagris, como a chamam os zoologos. O nome do genero Numida vem de Numida, nome que os romanos das vam 4 parte norte do continente afri enno, correspondente no sictual Mars rocos e adjacencias. O MAIS BARATO INSECTICIDA A mgola o! comedo tormiga de é — “A ESAV é ainda muito nova, e, não obstante, tem uma aura digna do trabalho que vem realizando. Para a educação a- gitidola do nosso povo, ella não pitupa esforços, chegando, não” raro, ao sacrificio. I” assim que mantém, sem verba especial a “Semana do Fazendeiro” que, de anno para anno, torna-se miais e mais interessante, e á qual comparecem, para receber ensinamentos, fazendeiros de todas as partes do Estado de Mi- nas e dos visinhos Estados, ten- do este anno reprlzsentiaintes até do Rio Grande do Sul e do Ma- ranhão. Em sua séde de ensinar, não se limitou apenas aos homens, o seu campo de acção. Tambem á mulher foi lembrada, como par- tie basica que é da sociedade. E, para ella foi creado um mez fe- minino, em janeiro, durante o qual recebe aulas das: materias indispensaveis a uma boa dona de casa e a uma boa fazendsi- ra”. j E, concluindo, diz o professor Pimentel Godoy : — “Toda esta organização, que seria, na expressão pitto- resca de Monteiro Lobato, “umia coisa que só veindo?, tem progre- dido e crescido ao lado de uma pleiade de jovens, guiados pela intelligencia, força de vontade, trabalho e honestidade do dr. Bello Lisboa, figura inconfundi- vel no scenario nacional, cujo lemma é: “produzir o melhor ipelo menor pireço e pelo melhor homem”. , A ORGANIZAÇÃO DA E SS AVA Conseguimos tambem - obter um quadro demonstrativi da or- ganização da Escola Superior de Agricultura e Veterinario do Es- tado de Minas Geraes. Assim, divide-se o estabeleci- intento de Viçosa, em 13 departa- mentos, sub-divididos em diver- sas secções. Ao departamento de Agricul- tura Geral e Especial correspon- dem as secções -de café, cereaes em geral, leguminosas, algodão e plantas texteis e genetica ve- getal; ao departamento de Ana- tomia e Physílogia, as secções de anatomia comparada dos ani- maes domesticos, anatomia re- gional dos animaes dores mma — mms comem NOVEMBRO, 96 Esgravatam a terra com seus va lentes pés, fazendo covas até alcan- carem o coração dos formigueiros e dos cupins do chão. No tempo de icás e de alleluias al- voroçam-se dando vôos para pegar es ses insectos, no ar, pelos quaes são avidissimos. | ) Não escapa icá onde existem ban» dos de angolas., | Já que estão quasi desapparecidos os benemeritos tatus, a criação de gallinhas de Angola impõe-se como O melhor breque para evitar sau, vas, as quem quens e os cupins, prin- cipalmente nos pomares e nas flores» tas cultivadas. sim | Como são múnito andejais forman do bandinhos, varejam grammando bandinhos, varejam grandes areas, limpando as de bicharia. Nos laranjaes evitam as formigas proteetoras dos pulgões, esgravatan- as do formigueiro por formigueiro. E' o insecticida mais barato que se póde ter. [ee ALAGÃO Gadc capaz de re- sistir 4 secca' NOVA YORK, (Sipa) — Tendo chegado ao conhecimento dos pode- res públicos norte americanos que nas ilhas Hawai existia corta especie do gado vaccum capaz de passar muito » sem bebor agua, o ministerio e re e SS RE vm O ESTADO DO PARA' — Quinta-feira, 26 de Dezembr o de 1935) Os sintomas da raiva PES Gola Superiar-a de pi Gnidado é E Veterinaria s88 » “do Estado de:Minas Geraes A organização e as finalidades do estabeiecimenio de Viçosa numa enirevista do professor J. Pimen tel Godoy aos “Diarios As sociados”— lhor pelo menor pr eco e pelo melhor homem” E.S.A.V. — Os dep ariamentos e as secções Newton Victor do Espirito Santo (Re dactor dos “Produzir o me- o lemma do director da Diarios Associados”) anatomia pathologica dos ani- maes domesticos, physiologia propriamente dita, clinica cirur- gica, hygiene, policia sanitaria e histologia; ao departamento de Biolcgia, ás secções de zoolo- gia, biologia geral, microscopia, ophidiologia e botanica systema- tica; ao departamento de Chimi- ca e Technologia Agricola, as secções de chimica inoiiganica, chimica crganica, chimica vege- tal, chimica biologica, chimica analytica e a de technologia, que trata das analyses geraes, lacti- cinios, assucar e alcool, oleos ve- getaes e sabões; ao departamen- to de Clinica Veterinaria, ás sec- ções de clinica veterinaria e ve- terinaria, hygiene rural, assis- tencia hospitalar e pharmacolo- gia; alo departamento de Econo- mia Rural, as secções de econio- mia, administração e legislação ruraes, estatistica, publicidade, typographia, photographia e musica; ao departamento de En- genharia Rural, as secções de construcções ruraes, machinas-e motores, machinas agricolas, to- pogriaphia e estradas ide roda- gem, mathematica e desenho e officinas ruraes (carpintaria, e- lectricidade, ferraria, sellaria e garage); ao departamento de Entomologia e Phytopathologia, as secções de entomologia, phy-: topathologia e botanica pratica, apicultura, sauva e cupim, seri- cicultura e insecticidas e fungi- cidas; ao departamento de Hor- ticultura e Pomicultura, as sec- ções de pomicultura, horticultu- ra e floricultura; ao departamen to-de Parasitologia e Bacteriolo- gia, physica biologica, immuno- logia e sorologia; ao departa- mento de Sólos e Adubos, as sec- ções de geologia e mineralogia, mateorologia e climatologia, só-!- los e adubos propriamente ditos, physica e analyses; ao deplaírta- mento de Sylvicultura, as sec- ções de botanica e sylvicultura, e, finalmente, ao depatrtamento de Zootechnia, as secções de z00- technia geral, bovinos, suínos, avicultura, . genetica animal e bromatjologia e industrias deri- vadas. . Mantem ainda a Escola Supe- rior de Agricultura e Veterina- ria do Estado de Minas Geraes, os cursos de Poriuguez, Geogra- phia, Historia, Educação Physi- ca e Serviço Militar. Se A ant) “uv Jornal”) | fee PESOCTSNPOOCHCPCCCDCSGOSOCeLSO Dec cea —— DE AVES PURAS IMPORTADAS: Vende ANTONIO MARTINS JU NIOR ces mca nm da Agricultura delegou num funccic- nario á investigação do caso e foi as sim possivel confirmar a noticia. Ef- fectivamente, comprovou-se que, nas pastagens das regiões aridas do ar» chipelago, o gado passa mezes inteiros de perfeita saude, não obstante o terreno carecer de regatos, fontes, lagoas ou mesmo de depositos arte ficiaes de agua. Os animaes obtêm a humidade necessaria nas succulentas folhas de cactos e de outras plantas, no orvalho e nos restos de chuva re- tidos nas folhas, e num ou noutro charco formado pela chuva. Chegou: se ao ponto de! dizer que esse gado recusa beber agua quando lh'a offe- recem, mas os ganadeiros declaram que se trata de um exaggerado ab- surdo. - | t Numa grande fazenda da ilha Ha- wai registaram-se, em 1933, apenas 15 centimetros de chuva em vez de 50 centimetros a 1 metro, que habi- tualmente se obtêm por anno. O ga- do foi deixado á solta num grande campo coberto de cactos e inteira= mente desprovido de agua, tendo ape= nas morrido uns poucos animães. Na ilha de Maui, um ganadeiro as de [19 rou que as suas 1.000 cabeças de gado se tinham mantido com cactos durante mais de quatro mezes sem be | ber agua nenhum. Outra affirmou que. por occasião do embarque a Bor- dc dos vapores que devem conduzil- as ao porto de destino, offerecem as gun ás rezes, o estos om reval behom muito pouca, o que não implica — ar E —— DE 7a a eg dossm ea a e Durante o periodo da matu- ração dos queijos, não basta ré- gular a temperatura e grão hi- grometrico das camaras e salas de maturação, afim de preser- val-os da acção dos mofos, dos microbios que abundam no ar, e dos insectos e suas larvas que. atacam a crosta dos queijos. E” preciso tambem evitar que per- cam um excesso dagua, pois, neste caso, a perda de peso será. consideravel e o producto. des- mierecerá em sua qualidade, fi- cando a pasta muito secca. Os cuidados exigidos, variam || com os typos de queijos, porem, todos em geral, necessitam dos seguintes cuidados : a) Os queijos devem ser re- pá viilades periodicamente, afim de || que se areje e enxugue a face que descansa na estante, a qual em contacto com esta, se hume-|. deice em excesso manchando os queijos. b) Devem ser mudados con- |. tinuamente de logar e altura. |, Nas prateleiras mais altas, | proximo ao tecto, collocam-se cs |7; queijos frescos e vae-se descen- do progressivamente, de modo |. que ao finalizar a maturação se encontrem nas prateleiras mais. proximas di; solo, isto é, expos-| tos a menor temperatura, por-. do que 0 ar quente se accumula nas |, asd mais altas da camara e o ar frio nas proximidades do solo. c) lavagens frequentes. dos lam queijos, com o auxilio de um das com. panno embebido em salmoura para livrar a capa viscosa que se fo forma junto da casca, “que é um receptaculo de mofos, insectos, etc., e mesmo para desinfectar as faces do producto. d) Tres dias depois de retira-| or dos da! prensa, Os queijos são tej submergideis num: bamho de pa- rafina a 104º centigrados, du- rante um a dez segundos. A pa- rafinação evita a perda de peso |. pela evaporação da humidade e a formação de motos na casca. | e) Raspagens e ea E cer. EA f) Após a saida da prensa, tiransporta-se o queijo para a ca- mara, fria, cuja temperatura é| fo maturação, deixa-se elevar pro- gressivamente a temperatura, ahaixando-se o estado hygrome- accrescentou — que tenham med. agua, como se “diz. Alguns ganadeiros dás o giquaiar : sidade das confessaram que de proposito e- possam pai vitam que o seu gado adquira o ha| ra PALAVRAS DE UMA DAS AUTO: RIDADES MAXIMAS EM VE: TERINARIA NO BRASIL — O PROF. DR. OCTAVIO DUPONT, CATHE- DRATIOO E DIRECTOR DA ESCOLA DE VETERINARIA NACIONAL «B” com real prazer que deixo con signada a optima impressão por tudo o que me toi dado observar na visita que fiz com os alumnos da Escola Nacional de Veterinaria aos Labora- torios Raul Leite. Nas diversas secções notei os mul: tiplos cuidados scientificos, a tech: nica escrupulosa, todo o apuro, eim summa, na confeceção dos seus pros As doenças dos animees tudadas e conhecidas na e para ella a e : dos Laboratoripa al scientificamente osados, curas e preve Em d: sa minima de 8100: evitar o apparecimento d ductos. Merece particular attenção a parte referente aos preparados de uso ve» terinario fabricados em installações proprias, sob a direcção de pessoal technico autonomo e com os quaes esses Laboratorios estão resolvendo problema de vital importancia para o Brasil. Congratulamo nos com o dr. Raul Leite q com os scientistas chefes das varias secções, pelo progresso de e: levada finalidade dos Laboratorios que têm o seu nome e que são por to» dos os titulos motivos de orgulho pa- ma a medicina e industrias prasilei ras. spo io de Janeiro, ) Prot - Dr. OCTAVIO DUPONT». 26 de agosto de TODO ANIMAL DOMESTICO VA. LE ALGUMA COTSA — ELLE ADORCE'E CURA-SE CO+ MO AS PESSOAS Um pinto vale pelo menos 300 réis; vma gallinha, um pato, um marxéco, nó animal ou euralo. o À “O animal doente, mal ara conservando e transmittindo à doem y sa aos outros e augmentando: os pi juizos, 4 Os animaes representam alem pre maior do que a importancia ne Os productos veterinarios | te são encontrados & venda Pias cessaria para: sua cura ou ção. Deixal-os morrer é esb vendadeiro patrimonio, | DAR pa as boas pharmacias, de ferragens e nas Fil ratorios Raul Leia os o tados do Brasil e em escriptos rios 4 praca 15 de Novembro,” 42. Rio de Janeiro. = Filial nesta praça: Rua Manoel, Barata — 248 e! TELEPHONE-S ad Mx aê ro

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