O Estado do Pará 31 de Outubro de 1935
SE TA PAG.IN.N O EB'l'ADO DO P.AltA' -Quinta feira, 31 de Outubro de 1935 A V ,-c::rA NO_s _ ;:c; A M p os <lt\JIJl'tll1t t1..111111,1111• 11!! • _11 •1111111 1, _11111•1 ..1111 111111111u11111111ii1111 11u, 1111111u1111111111111111111u1111111111111111111111111111111u1111111n1111 11111111111111u111... •n""""' '"""""'"""'""""'"'t""' 1111111111111111111,f,t,,,11111111111111u111111111111tlJl!lfllllfllll1IUIUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIUIIJIIIUllll lJ!ll'IIIIUIJIIIIIUltlllll /l"l"lttll 11o JIIIIHl ,Jl•!lt.l"rl,:11 Bo~v~itnmento ~osues~u,~s<;illll~s- Para:; que serve O Af!s;-fa~entfeí,:OS i,tlllB~S ~ O_MJ1mentacao~1mmalt abacate", e ''. o ·'abacateiro . e ;,;'_Criadores,, . CCIIJltrelllç.1 ao a sumpto-Cll•10 teor em protemas d1gd"l\ ºI' .. --- ---- ~~ t" _. - ~ l'\.LAVfü\., DE l')L\. TJ.\R Al'TO e 2 a 'j.')CIJ00· uw ....,.. \1ma cabra j _tito!;, -01'1 Irria estas linhas a em ca<la 100 -gramma~ ele ,·al:>1' O abal'nteiro não é unieamen- J 28 \", no ma01.imo,-r,~imiile, iiua, lubrificant;;, -;~-~ 0 o:t;a RIDADES )[A.,'\.DIAS El\f VE· ~ w-0: de 5;uuo 11,~0$Úoo; wn U::, ,€Cutm-in d• Agricuhu:a ele R. nutritivo ele bngac;:o da_cevada. é le umn an·6re belHs~ima J)re~-1~conomicami:mte, que sé lhe ex- parle, por mai::; ouiros motiv~s) 't'EltlX,\JUA ·o J3RASH,- ncn·o " Wü JJ<,rc., d,. 10$ a 60$000; :=~1~;~:tJt~ê~:EE~~~:~. ~~ ~;c:~~lbi~~;i;:~.J~ 1 ~~i:~;i~::~,'.:~ ~•:~:~~~,::~11 1 ~:v:~:~I~~I;;;~~; ~~;:~1~~~ 1 !~~~r:~?:1~~op;~~~i~Jl~~- ::l:~:ºi~i~i~!s?.:;~;~;il~~ca~~ °oÇff Ü~}1f&;? Ii~]Ê:f :fü/ti~i;~ duas lndu;;triae' , êm tendo cre_-- 1~L1lisa~ao désse ~hmc,}to, de Jll'_e que empresta a suas f :ilh•,is e 111ilo ~ó pela ~ua maio, ri(]uc"a abacate para a exlncção cio oleo VETEIHN.\.RlA ,óru iwp-0rtn1Jci11 do 8011 valor e .,. Ct"ltle a,pproveilnment na ah- tercucm na ahm,nta~.'lO_dos ani- ,·ergontcns ,, infutiiiO popul,1r e cm 1mH1•ria graxa como, tam- 0 ainda, todo elle, aproveitado. NACIO,',.\L me11t<> º" insen,-.1-0, assim proeedmi_ . inenfasilo dos noimae~. Sendo n maes que l~m cx,gencias l>as- ao cxlracto fluido, elas pharma- bem, por ser clla, no abacate, clJ U llc ainua se lhe retira um ex- •B' ,·orn rcul pia,cr •iuc deixo"º" • rlo•n~• tlo• ,mim""" ea&io..,. ll}.nl:ria de b es ,J?l'Oductos '.ica- t.ante cle,·adas de prote1nas. c~- • da_s,_ ambos utilizado~. com ma- mai_s Jatil extracçreo cio que na 11 activo proteinoso que, addicio- si,p.wda a optim., impre,,ao por t 11 do tuda d '"' e conhe,·i los""' •11& maioria meuie alimentar e g.iralmente- mo, por exemplo, as ,·accas lm- g1u1lcos re~ultados, como diuré- azeiton.1, b so se ti\ermo~em \'is- 11aclo ús colherinhas ao chá ao O que mo foi datlo º"""'""' m, ,•isi1a e parn elln ª tiee,·i<o de Veterinaria bardtas as suas nnidad s nutri- trit'as e <JS :1nimaes novos. . ticos. ta a. expressão, o 1processo mais Ulale, ao leite, etc., 'etc., co~sti- '!Ht! iiz <:om o., nlum1H1~ dà J.:..,coL1 _·a g;:-·ll!:1~~:~~::"'e~<;;!t~:~!: ;=: ti,vu'S, ~ 111 com{Yllru~ão wm ou- Uma g1·anc)e parle elas prolc1- Das cascas dos ablacait~ros JJl'irnitivo, embora, l)ai·a a ex- tue uma alimento reparador de ,•100111 ele Vcteriouri., •"'' Labomto· ra prodncto., chimiros e biol<>gi;;, tds fôtrag<tu~. comp ehende-sc nM de~tc rc~1cluo ~e t1·11nsform~ c.xlrahe..se o tanino, d~ uso obri- t1acçiio tlo oleos vegeLaes, po- npiimo proveito. rios llaul LeiLr, ,,l'ien(ific•nmcute dosados, capazes dei 'l razão pcll\ qual o usJ de 'es e~ ami~oacidos. A,, va_ccas le~- gatorio nos corlumes. De outra rrm, que, dc•ntre llÓH, por -ora, Retirado es~e exiraciivo ore- Sns diversos ,ce~õcs notei '_mui· Mll'ns O prc\'Cnil·ns. C-OJn • dei,pe ·'fsiduos e aJ.u·ga <'mi-., nó~. tcu·as ~ao lal\'l•z o., 11ni~os a111- parLc,--<1ucr os abaCTueiros cs- nos p:il'cce o mais barnto. .,iduo (l ainda aprov.eiiavel. Po- ti1>l-0s enidados "·ienliiicos, " tech· sn, mínima lc . ·100 a 2.,.<000, poo,e-8'1 '.!'a residuo. possuem ger.,1- macs que mdhor U.!ll"Ol•e1l.llm s- tejam disseminados pelos par- Depois, mais out1·os tantos der-se-íL usai-o, iL maneira ele :,::m:~º';~.:;,fec~\:,1º,1;;, "!:~:,º•!'::'.' evitar o npparecimento d.aa ~ • m.imte oma e)evnda porc<ntagem tcs comp,~n~mes, Para cJJ.as, d~- ques a titulo ele ornamentação. resultado::; se reunem favor•aveis torta, na alimf:ntação dos ahi- cluctos. 110 nuimal 0 11 =l·o. 1 , • ' d~ ptoteit-.a.:., ei,:c,e,pto o~ prove- r~mo~ 5-6 kilo~ r · 1· rl1_:1 e po!· m 1 I quer estejam em ordem ele ali- ·'ao aproveitamento industrial maes domesticos; "1accas esta- Merece particular :itten~ão" pa,·tc O animal doente, mal 01ú-ad'!, vae ntetito;' d-e engfnho.s de a,;,;ucar lolos ~le. pe~o nvo e nao maiores nhamento no::; pomares; elles po- do ab11catc. NfLo é someute a ex- buladas, aves em criação. H>fercnte no., iprcpnm.Jos de 11, 0 v•· conscrvao d o e irati~mit.tindo a .toen= ~- ~- da maioria da'< industrias quanud,~dc~. porque podzi:n tor- clerão sempre fo,1 nece1·,--quan- tracção do oleo para substituir Preciso se faz notar, entre- lcrinario .1:üb1i«ulos em instullu~õo, t.=::. ontro· e auc:ment!:~ m\fageiras. Ex:plca-se 1~ ~ua uti- nar_ o leito ama, JY;J. occa_s10na: 1 - cio 'POr occasião, annual, das suas o oleo ele oliva, segW1clo T , Pe- tanto, que não somente a polpa proprias, sob " dirc,,c;iio de pcsso 11 l Os anini:lcs repre.-entam valoT.,an' fü;a:ção na alimemaçã animal, do a · vezes o ab?r10 ~ drn,rrhea podas de limpeza e desl>rota,--' ckoli, Ha outros productos com- do abacate póde servir á indus- leclmie-0 nnlonomo e c·om o, qn 3 es sabendo-se que no' _na:;itos e u~s nos bezerros assim alimentados a lenha para uso domestico e, de- 1:tlementares tornando ainda tria. As suas cascas e sementes <-Sses Lo .boro.to~ ios .c,t,ã,o res?l.-ea<lo ~::s~;;,i 0 \: ~~.° ;~ 1;,:"~ -ª": fet~ não se encontram. em gc- Os animt1e~ j~ desmamados pois quando já vertfos-, forem miais economica a referida e,c- tambem o podem, ,e com apro- ~;~~~~ de " 1101 1111 J>0rt,nn•~, ~ tfio.. r, , ll:~1 1~, quántldades. uffidentes d~ poderão er hab1i1J::tdos lenta- abatidos sem.pre dariio, do fuste tracção. . veit,amento compensador, uma e_ ongrnlulllm·o·n_os ,_,om O dr. Raul_ d-.n,.~ 1 ~x 1 _ 0 nl:0 0 s 1 n'?mº'orne 1 _~ 0 "_ cslmnJnrom!,~ 1 pr~t>ainas para a criação. me~t<: com esta forragem, sem e das pernadas, a madeira que E' ~em vor<lade que se o oleo vez que se evidencie como tra- 1 e l ·' '• ,. ,,-Sobre a utilisnção do bagaço preJwzo· algum, recebendo. a embora considerada madeira de abacate pôde substiiJuir o oleo balho complementar ao trabalho L~i~e e com_os seienlu,io,; e ,e e, 'º' Os pro<lud-OS n,t,•,i,,arios :e.ai Lei- da. 'cevada. ~n alimentação ani- quaoti_dad_e n1ax.in1.a d_e 3 kilos mole, de peso -especifico igual a de oliva e isso de maneira mais industrial da polpa. vnrins 5 .~c<.:o~s, pelo progresso ,le ·e· tP ~no ~ncontra<lo:;.. íi ,enda em toc1es 1 levnd'." frnahd~<le dos Lo~orntonos •• hoos plwrmneia-. clrOl\'9ria&; .-MIi m_;i.l, a~cs de receber do dr. por mil ki os de peso vivo. o 643 mesmo assim pôde ser per- salutar ao nosso organismo, só As cascas, seccas ao sol, e em qne tem.º seu nom; e auc sa-0 ,por to· ,le forrn!"•TI< p '"' Filiae, doo l,ebo- G~briel Mohalyl, chim:ico bro- Na alimentação dos ca~allos, f~itamente usada na marcena- esse facto jus t.üicarja com,pen- seguida trituradas, formarão dos os ht,_,l?s mot:vo de ~~1111 1 0 _n~· Tnt-0rios 'R, nl r,..; 1,. em t-O<los 0 , Elt– mlltologico da Direct~ a de In- podemos dar até uns 5 ldlos, _e ri'a. sadoramente o aproveitamento um farello grosso que aJpresen- Tn o me<hem!l e rnnustrios.,!'rn':!~!r tados ilo Bra•;J e •m sras ~t"' dllSt.tnà Ãnimal, um inte1,ssan- pllxa os potros, peqt\enas quant1- o abacate, ipo,1érn, é que re- industrial do abacate. E dizemos 1Jará muita utilidade, quando ;ª;~·-,le .fonrim. 26 ele n"'O-to de lQ% .,.;os li,.,~.,, 1/í de 'S°o'l'M11bm, €·1!.o t~ trabtllho, que passaremos a dades. . presenta, de facto. o motivo eco- assim porque, nefse caso, o oleo jUlltaido á ouiro~alimentos. para ,lc .ToTieiTo. ri:,;i~mil·. O b'a,gaço da cevada é Aos ca\'allos e rurnrnantcs de nomico da cultura do abacatei- de abacate viria substituir os alimentação dos anima.es de en- (a.) Prof. Dr. OCTAVIO DUPONT•. uroftl"cliduo bastante ,iico em pequeno pjr1.e, o ~a?"aço da ce- ro e é 0 abacate, pois, que inde- muitos oleos que ora ingerimos gorda e de cl".Íação, em geral, •rono ANIJIL\ r, no11IB~'l'TC'O YA p~:illa.s. Uina quarta ou uma vada pôde ser adrnrn1&ti 0 ado_sec- pendentemente ·do maior apro- como sendo oleo puro de oliva. Dal! sement.es do abacate,- u,; ALíl·IDI.A ccm::A - T<:T.T,E t~~ parw deste elemento é, co; aos bererros desenvolvi~o~, veitiamento "in natura", poderá o que não é exacto, uma vez que independentemente de se retirar _l.l)O"F:CFJ F, <'TT'R A·RB <'0· pc1éln~ amfaoacida, sendo por humedecidos; e ás vac~as leltei- ser tambem aproveitado de mo- o oleo de oliva não nos pode che- o acido galico que em _p,resença i\IO AS PERSOAS is 5 c um plluco i;edu'liiJo O seu va- rns, tambem ~u.medec1do ou es- do industrial. gar dos meroados europeus por cio ,a,r offerece margem, como sa- Um pinto vale pelo menos 300 réis; lor alimentâJ.; como se vê pelo caldado. A~mimst~ado em gra~- Em algumas variedades aba- preç?s ~ccessiveis á maioria dos hemos, a uma tin(.a optima pru:a urna gnllinha, um J>!llo, um mnrréco, Filial ne,-t;~ praç,.: 11,ua J1&11oef Barata- 24' TELEPRONE-868 (até 2' orcl. ·•• J ~()do te sua obtenção. de_s qua1!tidades as_ vaccas !~1- cateiras a porcentag·em de gor- bras1l~1r~s porquanto o _n.os~o marcar roupa; ex(rahe-se, ou- _______ ma <· Antes da fabricação da cerve- ten·as, pode este ras1duo occasio- dura (oÍeo) na polpa na parte p,rotec1on~sm o a\fandegano nao trosim, não só a perseita, açucar · ja, a cevada é deixada a germi- na1· Oempa11lurrainento das mes comestivel àos seus f~uotos a-t- nos perm1tte que, entre nós, elle medicinal que em doses fraccio- Os sapos~são'_(vene• I BOIAS DO fAZflllll -rra;, .ª'é ai:; lll'~C<!rem as_ p~que- mas. tinge 27 e até 30't. ' se revista de cm~ho ,popul~r. nadas é UJ? magnifi<:> diurético t ~ ? ,, rla~1olhas e ra1zes. D&,>01S e ella o humedecimento não deve Como se vê, trata-se de uma Mas, o apro,·rotame'nto lúdUs- e, em ma10res porçoes,--de 28 \. nosos . A .. d ~ • i;o.sta a seC'Car e, em: seguida é ser muito prolongado, porque, ,porceiitagem capaz de compen- triai do abacate .não s~ justifica ~- 30 grarnrnas,-é suave purga- • • queatao e !ol-r~da e separa~a elas . folhas desse ~odo."a forragen! a.1>0'C1're- sar, em caracter economico, o somente pel1a:extracçao d? .oleo tiv? como tambem, do producto (iuando péneguiclo e trnt.ando de pu~ a criação~ ••.l-f,·' 0 i-a1za E l'-1 ult1m ; 11'10 sen- ce rap1~m1e11te, com'1Jldo fa.- aproveitamento industrial do culinario e tambem med1c1nal, residual após a. exiracçao do lfe- defender-se de oggrcssões, o sop-0. e."<· P_re se discute qua~o se:~. MUtilizadas na faL. ~ão,cons- zel-o somente durante o espaço ba~le a extracção do oleo. sendo este usado puro, em capsu- ferido açucar, aproveita-se o pele pelo pcsco~o nm veueuo pcng_o, cia.l-a.._ J"am~J?º~. -illJ!IJ!!i'' t'ífuem:J _bagaço, que é assim um que vae de uma ração á outra. ·ª De faclo. Se O azeite (oleo) , Jas, contra as a:ffecções do figa- arnido,-(10º1") ,-de _côr ferr~- síssimo. Se _esse veneno t.'.""n' sohre ~: =::escon:.~---.,.. Íill\o muno novo, po?"ern t~1·r'.I.- O bagaço ~a cevada tratado de abacate pode substituir ,per- d_o; calcos biliares, ew., etc.; j_us- ginosa _clara 1 por mo~vo do ac1- qualquer ferJD1ento dfua maos ou do, ' tada tanq--.aaa , do. • . . pelo \'apor, fica pouco pasto~o feitamente bem, segundo T . trfica-se tambem pelo aproveita- do gahco, - J?Ulvenzand?-o e pés d~ quem persegue e 5t e nuimnl, po· :!."' =~~-land/::_. 0 ~ •. Os componcdcs nuh1h\'OS do e as vaccas não o acceitam facil- p k lL azeite de oliva e se roento desse oleo para outi-lOs usando-o vaniaJosarnenie. a ma- de causar-lhe" mort_e. . mencanos br.&'.àço, a~sim como a ma diges- mente. Tal tratamento só deve ec \~n~ doptada de m,;nor mi.siéres diíierentes, como se- neira de pó de arroz, nas der- .A experiencui reahz.,da nn ::;ocied•: E' rorl de duvidas, eu~~ tibili~ade, m.odifiram-~e c:mfo'I:- sei· feito quando se trata de ba,- ª ~ze 1 i 'ro d oleo -cercá de jam: 0 fabrico de sabões, glice- matoses humidas. de de Biologrn. de Pnns, "eale respc, 1 a. criação em terreno onde_-ll!f!W- ;!1'~ as [~m1~ernturl8 utilizada.~. gnço meio podre ou cobel'lO ele porcen age e ' . PR------ -------- to, no secnlo fmdo, de,.e ,cr ,ememo, tora. de agua, o~e o~-~' élote.D:1-Sc )!.eralmente. bagaço:~ bolor. , • •••••••••• '" d ª· _ . 4 'f tra_ seu ve.d~de1ro ª".'~te; éltJlllilíl ,alar~ e CSCtJro~, ~enclo os pn- Te • • • ········"............... • «Tomou:so nm c.10. Pr:ticn io um malB ecODOlllle& • ef{lCllllW~ . ,o»tiro~ de com o,ição e digesti- . N ªº ],Od~mos ut!_hzar es~e.. re- l E R ~e~ l golpe Ul). faeo rnterna da coxn dn 'll3 • ,_ • ' Tdad -! .e- . . , i d s1duouaahmenlaçaodosle1toe~, ovos~DE6 .& LLINH .&,SD deste annual, inltodUZIU'lhe sob1e ·'1A rodnc -o das fCTragllllJ~ º 11 • e mai.. ~,oia,es, 1 ~ podemos, enireta11to. se:- adm1- 1 a .til: • pclleoYeuenoeXJlellidodosdo1ssn< l sofadQI:eadlllC&claf t_Y111_,1or. ;alodr-, po~ anl">, na a 1- nisLradó aos su~nos ,desenvol- PLY~fOUTH ROCK (GARIJ()'S E LE GHORN) • cos pustulentos p,irond~nuos do s3l[>O l lida.d:l: solo, do clima, dai 11'{)1Cl~an 9~ anmi_aes,. • vid,os, cx:ceptuanclo-se :as 1Porcns eo1DD1nm. Mctteu·se O eno num quarto des escolhidas e wwos fã! t"' ~sim, vana mu1to,_de accor- prenhas ou que estão amamen- --= <i. DE  VEl§f PURA~ Jl"flJORTADAS -=- onde se d~ix-0u ,, vontn<le. Durante ve se esqllecerquem-ou do com as suas. quahdadt!l1, a ta ldo ~ C. ,. uns dez =ntos, l[lnreee ter euhJo do obtido per •é'ôbi".>Osição cihimica, dos bagaços 1 • • • Vende AN'i'ONIO lllAlt'l'INS JU NIO'• uma dôr mmto forte no memhro p,,s· ~ag~, :;3n encarecem O cato• 1 d)f cefada. .A.comwsição média o b~aço d~ ~evada nao exdel- R u A~ .. 15 DE NOVEMBRO l 96 - l.º andar tenordircito:montinhn,600 orqu,u. ~·e;--:..a.:.\emra e~-Cll.. c~"l'lgundo analyses feitas nas es- c: acç~o 7specia sob1-e .ª pro uc- :S , ,.-. feiru do ondnvn e uivav~ " cnda pnsso Pa· ~ çõ:e:;: élc.oerimentaes de.Madia- çao le1te1ra, como mmlos acre- ••••••••••••••••••• recia agilnclo, não pod10 estar qu1é ficit>. • • • rovar,naHungria.é.aseguinte: d~tam; pôde influir a~en~s de- •••••••••••••••••• to PnssnOos os dez !minutos (leal· A mandioca encontrud••.._ Pórcent.¼ ,g-e.ns brutas: prolei- v1do ao seu teor~~ p.l'Oltem'lls e - ------- • b mo~·se ~ p-OUCO e dcil-OU"\Se "~~ can· mobifulad~ pelos ar&doll, pu "'11as, 23,1; gordiF1lS, 2.0; fibras, ao seu valor nutritivo. _Corno_ se A 1t· l pi ca comJprovado que uma roem r~- 1 lo. Mas, quasi logo, oguilbon.do por colheitas de 30.000 kilosde rauàpor ar. em geral com os res1duos lll smo IP as ~ ap l na de algodão encaixada no lei- nova dôr, Ui~ou <ilgwn tempo, le'l'an· hectare; o que representa. nadai~ l2.:J; hydralos de carbono, 430_; ª · 'd ·t .- -· • to de urna estrada de rodag8lll, tou·sebniscamenteefoi·sedcitarnou. nada menos do que uma Glllll.'laeio ml\wrfal mineral, 7,5. dustna~s. po e ser m~i ºfom1~~a1~ ' th.. . f0t1dl . Es~ compo,:jcão bruta ape11/.ls economico do qu1; outras • . d l d- aug:men,fa a sua dura1;ão e torna h-o sitio duronte uns dois ou tres nu· da terra cornsr,ond<nte a l ~ - ~- di_gerivcl l\1as seguintes po1·- gens. Nesse ~.entido. de~e1:1~se ÇO es oago ao mais facil a sua contervação. A uutos. de pota!Ba, 46 11:ilos ele~- :ti· _,. 'n'taireiuo médias: • consultar as Tabell:1-5 pratic3:5 t'. indllilit.rfa_ :a_ eronaui;i~ consiidie- Meio hora depois dn expcri~neio._ro· los de acido l>hos~laorice ~ U ~ .;.~ . Po1·c~-.t,1!?ens d1·J!e1'l·"e1·s ', p1·0- para o calculo_de ,1.·açoestd._os ª. m- @ ra val10s1ssrmo_ o tecido de al,g'o- nieç:u, o cíio tc'l'o aC<'c;-;o de vom1!os ca.l. Um hectare d_e m~~• ~ ~ .1 =' "- ' ~ dqpois vomit-0s,"' valer; oom mmlo cholls, prod.tr.z :OU'ª l!_!,tenall ;·rêinas_. _ 18,5; gorduras, 1,1; fi- maes dom~ticos • ª s~re~~k Sabido é.;que o. algodão, a fi-lctuados na Cas_a Branca - a dão para cobra· com elles as a- esforço lançon mucosid,.,Je, cspunw vas do q_ue 6 bec:ta-res de tiiP~ irr,ut, 6,8.; hydratoR de carbono, breve pubhcadas pe!o d:8t . 00 . bra. exti:ahidà d'as capsulas cio residencia officlal do presiden- zas dos aeroplanos . eos muito obundanlcs; vomitou assim, ·ztis'.· . , . d: Agri_cultu.ra '', cuia lS n \o,1~ algod~ei_ró,~vem - ~n.do ,iu11lizado te dos E stado:i U_nidos - usa- Os agricullxlr~s são tambem umas dez \'ezes, em Yinte minuloq; de· V ENDENDO·SE .............. ,. o vl!J91; amidq m~dto de 38,7 ~ao esta para breve. , . desde;tein_ nos • imn;,e'lnoriaes na 1•am-se prov1sonaimente sete grandes consUlil!ldores da me_n- · ·1 t ro u uis fre· a peso, acantelámfl11io s6 u • . • ,. :.,.r d f O b d CC ada e Um re . r l""' ., . ..,. 4 Em . t pqou1esn't~ss,v101ru1·e'c"cdis.,1':ººdo me-~-0er,.:,s D\"• ·,s .d = .,:t101re? ;,~<'--ior. ao os_ enos . agaço a v • . - fabricáção[de'tec{dos,'<tanto no pil•j_a_r.d.:1-5 de lona para conse~- ci~nada fibra. um mqu~1'l_ o ~ v, .. ,~ .. reitas do cons\Ulll or como"º ,. ,••"c,'i,ti!no.s' . A comparaça;n do s1duo J?Cbre em. C'al e. poi isso, Velbo'.lMµndo como narAmeri- vãr 15 oM!da.s as paredes do ed1- feito recentemente pelo 1U1n1S- violentos e qnc pn,·ceinm muito ,Joio· preductor, que receber᪠l)a_g~Ç{\ cln ce,:acl_a c~1;1 os fenos est.e ahmElnto deve s~r da~o ª~~ ca. Mas; na Jpca niod~rna, es; ficio emquanto se realizavam ?ª terio da Agricultuz:a dos Es~- rosos. sã-0 relativa ªº bmanho ~~ ' ~ fe1vi. llel_a~ razoes Ja._e.-..:p?sla~. am~aes sob qualquer outr ª fo te prcldmcto encontra cada vez trabalhos. As lonas de algodao dos Unidos, os a~cultores rn- Cerca de umn boro após a introdu· ~~d::::::;:~"!'.:. li"' ~.:-•r.-. o_ coefftc1e1'.le 11rote1co, 1~to e► ,m-~ . ------~ TMis variadas applicações, sen- são egual~ente us~das, cada ter~ogados men.c1o~ra;n. ce~to ~~~ 0 ~ 0 /:: 0 ;, 1::~. ~.~~~~~;. ºe,~~; 0 :~~ queninc• e aves .J'f,dliticaa. l • H·-- de :flnmo . . 260 > do usado de muitissimas manei- vez em maior quanbdade, para e cmcoenta antigos füstir :,o . ébrio: deu nl!?uós passos, cniu sob,, __ Mi¼ ."'Forrn\llas de ;-a:iu -··· ras além de sua utilização na cobl'ir as quadras de tennis e afóra dos vestuarios P, tecidos de ------"--~ ~--.,.•'h,..~P.a~ 0 ' 1 pfOpfl.~s-p.. •_ ;::~ :: 'P~~~:.a: . ~: : importante industria textil. No protegei-as contra o mau tem- u o caseiro . Mas além destes !a!':":i~c.::l~~: c;;s: 1 :!:ªo";:.:::~~· • • . ~ ' · . ~- !-' '.:11.,:r oi a, armo de 1928, esta ultim'a in- po. , r"nto e cincoenta artigos na fa- ui'"º" duns ou h-cq vezes r em s~i j ""' • b O Centro de Expcriencias Agrico· d'tfStriia, não consumiu mais QO Sempre que se deseja obijel' b1·icação dos quaes se emprega I rio morreu>. ~,, 'fa O 8, aeaxy las de Kalieyndicat aconselha: que 85 por cento do consumo um material d(: ooa impermeh- o algodão, os d~tJos agricultore O ronbocimento drst.c perigo deve • As adubações aconselhadas em tbeo· Sulfato de wtassa. 150 a 200 kilos total de algodão nos Esl:iados bitidade, o algodão desempenha indicaram outros 60 que podr- ser dh-ul~do eutrc ?" trabolli.ndores ri,._i!ll ljectare; S ~erfosfa.to a. 18¾ 200 a 400 • Unidos, sendo O J'Cstante utili- um paipel muito importante. Na riam ser utilizados com vant.n- no eamp<> e tanto n_'.n,s quonto e certo •.r l'Millha de e&N>Ç-O de aJ.go- . 1 Farinha de oSS-O~ . . 600 > zado em outras industrias. construcção do ex.tenso "I-Iol- irem, dest!\C11ndo-se entre elles que cneuhmn moln·o neou,clhn q_ne r:~; -s~~~. -.~im:,i ;~~ ~ os Sulfa.to de amorua.co 150 ª 600 e Nestas outras_ industrias, a Jand tun~el", a famosa _obra d_e 1l fa'b1-i~ação de tecidos para a ~cri;:,:~,.;; 0 ~~:::· 4 ~: 1 :ü;~~ 1::::~ 6?litre d.o Chile . . . . . 100 > Formula. empregada, nas Filipinas dedicada á fabncação de pneu- engenharia que commumca a c1- confp.cçao de saccos p-ar~ .º ncon- utcis ,,. nzrieultura Ms gnaes se (lc,·c ,- Sulfato de potassa •. . . . 80 > ' e om Haway: maticod para aulornoveis fl a dade de No\'a York com a mar- rticionamento de fertihzante·. 0 scr,·i,;o c1,,, sem dcsl"rnirelll O m,ii ,, Farlnhade car-OÇo de algo· 1 Sulfa.to de amoníaco . . 400 kilos que maior quantidade de algo- g,em oppost,a elo rio Hudson. hatn,~as, cercaes e muitis,,imo~ in,ignificnntc Ye,retnl, cle'l'ostorem a• ' dão .....•.. . , •. . . 280 • Farinha de sa.ngue.. . . 450 > tlüo consome, pois utilizou cerca usat•am-se trinta mil jardas cu- outros prod'uctos do •olo. As ui- ln,ral'l:is, tis fonnig,,s e diffei,•nt,-, nu !alllt)le secco e farinha de Snporfosfato a. 18% .... 190 > de 700 .000 far<IOs no anno de bicas de algodão. Do me!\mo timns applicaciies enumerad:is Iro, in,eetos dos que tmto, e,lr<1g-o_, opeos •• .. •... , . •• 150 ,; Sulfato de 11ota.ssa. . . . . . 76 • 1928, ou seja Ul1lJa decima par- modo, os engenheiros servem-se !)()c\p1•i11m cla1· ao const1mo cio a\- luzem nns _ h_o_rt_••_·_______.:.::;_._::_... ~!P-!aP.lllll!ll__________ liml____ .... ~:loe~OJ:~ºa~~~~~,~~l~~~-:: ~~:~~.:el~O~~~t;o~::. -~-:~i~~i~~~~ :r1;:º i'~:11'1:~ll~~:J,~:i~!dl~~~';;~ . . - _,fi'--. ~ .. LU~TRES ';- ~;-i ~ fabrica se 111;am, como termo e arranha-c.(•u~. E' um facto rirto foi1e e de pouco l)f'SO e cuio Fabr1·e_ a Persev rança l, -~-•- --~ ·100$000 :I;~~º~/ridnat~i ~u~~ia=~i%~~,d~ ___ ____ _ :;:e~~n~•~rl~:•ju~~mpl'tir com CI f ~•✓, ·,r.,\tNTRES ~~~:i~~::l~~~~bii!~~~:r~~~ ,-~~~~~~~-, to~: p:~~~lif:~cm!ª.1,:~~~e;:!: Oabo~r:~ª~i'."1~~~~:-'~!~,~::~".~• = :•~d~;'!'°:,::--= 00$000 redor de 400. 000 .fardo~. ducçiio algodoeim". Essa RU- t•~~}~:.:.~:":ªi-f:.°~~ut~~:1.1.: :~;.;a"::::!:::'c:=;!°';.~ ~ • ..,(JrQTRElliii:1 Na .fabricn,üo de couro arti- perproducçilo 1.ah ·ez jí1 C'xista =:n: ~'::,~;,;,~~:::.=:•::~:/:~=::~:1::~:.,~~-:~ ~ ~ .ficial, um tecido revestido de em alguns loir,n·es: mas o que çno de cordoarln. 80$000 pyroxylina, no anno ~l~ 1928 convcm fazei· não (, reduzir ns rxos ESPECIAI.S I'AI:.\. SAPATEmos _. lr'T "TR Ei6.:l , 1•;a1·a111-.,e 7 0.000 f:tlíll,s de ai- arcas ele culLurn. ma~ sim in- ANIAGENS: -Pam onc,~,r~o do f~rlnh1, rnfardamento de alp4, ..a...,• J - ~ J!<,dao: !íO. noo n:t t'ahdra<:fto de le11tlificn1· o consmno dc'.'-.tn fi- dilo, ~~;;1~~~!\~~,,r.. ~;!::tº,'1·t~~;\ n_ 1~: 11 ~~~::~ camaJnill 70:j!;()(J() p:qwl c•m·c•rarlo: <' R0 .000 nn in- brR nwdiuntc :1 (•1~•açiio d!' in- cnro(o do ,1~odfto semrnto. olr•,h c(c., etc. . l rl11.;tr;a ele• c·alçacl, ,. l'tiliz 1 am- dustl'ins loca!'s qn<', pOI' ~UH ,·c•z. DA;!~~'.~~n_''u~~~I<J,~~Ã1L~~D~~.~s-~f~ ~~:, ~ Typos modernos com 4 l•l 7es ...... Novidade· - R ece beu e está vendenclr:, a. Preços excepcionaea .ti Comoanhia de tlectrici~a~e Parnense Lt( ''t' <H n~ º·. tuuH,s mudo. n1i ha- -int0n:-,dfiqu<\n1 a rnhricaçúo d~, Jllrll rc dr• 1 a1 to... d<• alg-odao na pi·o- t-'"'""''ffl~~l-.fl'l---t r<•C"iclo~. t"tc,, :-· U~'C◄'[)livt.lis ele nn- :~:11clMI'" r,• istc·1d;\ ,1vnlfr-.nw com •11 ma.i" al u:.. M mnrcas enr&a...., ;:::~~'";I '::::t~~~t~ ~\~~ ~~iti:~: .............._,...,.,.... ~-i:~;;t~'.~~;~:u~ 1 \'i~u~::~":;~ '~\'.~ pm1:.;.~::~ .~~~~:.iÃO DE ESTOPA DE LINHO ALOAT]l~ 110 l.1'1111)0. de calo1· (,toldos. (te.) ' t l'fls n111l(•rins \ll'Íll\llS .m111, rn-1 Dil:.>OSITO PERMANENTE DE TODOS ESTES PllODtJQToi( • "l11111hl'm pHrn resgnardal-o ela 1·:is ou cJ,, 11roc,•cl"11:•ia ,•slnrn- 1'I ~HTI1W8 /J GE 4 ~( ;328 - TELEPHONE, 12 chuva, ass ,111 como em obras cJ,, Q"eiru. <'\'it: 111 ,1 11 .,, 1 , im, Jll'O- Tetogr:wun'R:--OORDA&-Ox Po.,ti\l, 221-Tcl•pb.one: l5f, • •••------------- °' cou~L1·ucçüo. Em 1927, por l SILV.l .U.,UJ06C- e- 1 vavclm!'nle, 0 <'"-<Hlo d!' "l':llHIP~ Trnv Onhittno Jloca)'llva, & os. Tra..,.._,. lluy Bal'b04.A, 1 a -. exemplo, nos concertos c~Ic, ~UA 1 ' MARCO 9 • 13 copifoes !P6ra O extei·io;, PAll.A'-'Bll.AJIIL
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