O Estado do Pará 31 de Outubro de 1935

n,:::A::o:so ,usT~ :o! ~.1~ao~1-T~os!O ! .. ~-~N~:°' l~-;-;-~-~-!_i_f_:_:_i_~_t_:i_It_:_;_I_~_:_!_tjj -==========-------==== OAIXA POSTAL, 28 BRASIL - PARA' - BE LEM - - - -- Quinta feira, 31 de Outubro de 1935 ------ Experiencias– desastradài U n, a quest·ão que~·,·comeca a agitar a opinião publica ---- ···-·- - - - - - ======-= O -io;e-~n~=~mineiro está estrá~gu/à_n.dÕ~ a Procura-se desarmar oExercilo, que é quem garante a unidade da pafria ==-=-· ' ~--- ' - -- -~-~ <.; pecuar1a, a agricultura e a industria· RIO, 30 - Os jornaes desta– cam um despacho do correb pondente da Agencia Brasileira em Bello Horizonte, sobre a a- f ' Tenente-coronel Plinio Tourinho RIO, 30 - Corre que nu.meTosos o.C· íiciaes do Exeroito so~io::, do Clube Militar e~t.iío augnrinudo ll::.:,ignatunu:, do :,tu.-. eollcgu-;. de~la e de out1-.J:s b'Unrnitõe!', paru a <:on,·ocu~üo do UtlHl o::,::,OmUlén uuquelll! tlubc, panl trJtar de u:s:swnptos atlinente::, á orguuiro.· «;.Üo do .Exercito, que ::,e oehnm no mo· mento em di~cus~iio nu Cwnaru, as· umptos vario.., Jc grande importan· eia para a oln~~e, como ::,ej..uu a. di· minui<:.:lo Uos effeC'ti,·os e du::, verbas :~ :on~!t~i!!~n~:i/i1;!:;~~l desti· ~\ehnm·:se á frente do mo,·Ullento ~i~::'t ~:/ ::~:~ d;u;~c;~!t~c:;!;: dr-;tnque na politica uacioual. ,~d~n~:r~~,cl e~,'.'.::f,::u~i:h,o~~;~~~: ~n; 1 ;:ioft~~n<lo·a tA )fan~ii>~ ~s: Mlnlstro da Guerra, general João Gomee cChcgiamos a este contra. senso: as forças estn.diUnes, que sü.o factore5 da d-,sagregnf.-.aí.o nacioanl, já s~ram o Ex-crtito, que é quem garanto a u· nidndo da patria> . O deputmlo Domingos Vellasco im· pugnará na. Camara uma emendo. que qualifico, de odiosa. Em faec dessn. noíi~ia, surge u~ novo caso, fadndo a ~tar o amb1· ente nacional. «O Jornal> diz que corria hontem J no l\Iinisterio da Guerra que o gene· i-al Flores da Cunha teria telegnpba· do a pessôa de suas rela~s, declaron· do que, em face do córte dos cffeeti· vos do Exercito, 01\0, cm projccto na Camarn, jí1. estava se preparando parn restituir ao goveruo as armas dos cor· pos d·a. 3• Região. - Em meio a tudo isso, cabiu uma no· ta do Ministerio da Guerra, desmcn– (Continua na 3'. pagina) 1 gitação reinante em todo o Es– tado conh·a os consideraveis impostos decididos pelo gover– nador, onerando a pecuaria, a agricwtura e a industria e creando o imposto de 600 réis por cabeça. Os criadores pre– param grande reacção. Tam– bem os generos de primeira ne– cessidade tiveram os ·impostos extraordinariament.e augmen– tados . O governador pretende, através .de impostos escorchan– tes, duP}icar o orçamento de 120.000 contos para 240. 000. Ce1'tas industrias serão attin– gidas mortalment.e. (A. B . ) Na Assembléa Legislativa do-Estado ~ ---.----- E ETAMOS infor– mados de que o sr. Alcindo Ca- H o !nenagem1:aos c ommerciarios brasileiros - Providencias .sobre"as f.olei ç ões para prefe'itos e ver eadores-No 'interior o vereador ·n ão terá subeidio- Um~telegramma do prefeito de, Castanhal Capitania dos Portos do Pará Pas.sageuos do J•.tquete- "O. 1'\.1j ohegou •hont.c.w do P...l.), u c1J1nw f,duardo .HEru Jquc .Sh.Wn, u cella ~ o propo,ito àelibe- ~1~ºZf!::E::;;! nJ~1_0-..: t-R esolv1" do em paz o caso·--- 1-t · ::::::~~:::.:::,::: '.:°~:#if ;;;;;;,~;;:1 • . PO l l CO tíi.u c;.os Portos do Pare Ao .t-tu desJ t:'".>....rque 1,.vw ,,s re11rest'llta.nte:5 dOS-st&. gov Estal:!o e d&ruttls autor ' \J.ad.es mW1lc.'.pt:.~s e federa.ea . ofttcla. r1llha. e t'.1D.OC1onartos d.1. ca111 reservas, dele desllgar da ~;~i~:' 0 i::1'l;i~~"";·;.;to;~:i~:l~º 1 '~ d O R1 O Grande d O Norte Portos A's 4 homs da tarcc, o oo te .tu:son nssuruiu as ele\·adaq paia o qual tora. nolllca.do, as q fo.."'nm ~mltt,:!as r,..elo OO:"\ te Go:mes Cnn1e1ro, que excrctn namcnt~ cssos tuncçõ~. ô p.__ O.~ .. avio Oliva.. ' União Popular do Pará. EllvcJtdo '·"'""'º log-:il, :, bom regi- ) ~~~;~:::ma~~~~: =~~f~/·•~d'o lidn, Foi EncerrélillUlnto do ann~ -- Seg,uiu-e, ª leitura do CX'J"'dioote que 1 eleito governador do Estado e empossa- lectívo nos colle2'ios <;;~;:w~; ;:~; ~~\ 11.Mte!:': n~-0 particulares o pohfü", ,grndíletndo a moçã.o ae ccta• __ - , (Oont\Dua n.a 4a 1>&111B&l j O dr. Eladlo Llmn, f":crctarlo geral do --~~~--!"'-~-~==~ =~ baixou, hc~t<Dl, 3 S..'gUlnt< 1 'º'· •Como foi recebido ·o seael.rto g·r•I do E.;t,ido. atlen. em Alenquer o prefeito '!:r~mcc;;::e:~~:~\·=º ;1 0 ~~; : : : desse municipio i2": :~t~·~:~t:>:~ ª 19•;~~ : 1: ~:~~::_.: Depois de curta 1 permanenc~ b FAucr 'lo e sacd, P~bllc•. wa.ndan.io nesta capital, onde, veio a cha– que o enc~rramento dos trabllhos 1ect1. m:ldo do governo, para solucio- :;. :':i ~~~~9;;;:,e;,•:~a~%L~cu~;:. ~~r os prob1!m~s administraH- ,i~tvo do artigo 115, § 1.• do vigente Re \OS, volveu a cidade de Alem- guiamento !o En,lno Pr~u.,.rlo. . quer o cel. Francisco Bentes CUmpra.se e eubllque.s," M,,nteiro, prefeito dessa, locali- A ALTA DO PREÇO DAFARINHA dade, que foi recebido ~los seus Jmigos e familias da localidade ({Ul' ú acompanharam até á sua re, idencia. ( A farln.ha ,ele mand.oca, elewento ai.. Do J10SSO co1;espon 1 dente J·e– lnentlc.lo tndJSJ.. ns.ivel llQ.S u>csas 1,0.,res. cebemos a respz1to Oseguinte te– ,-.em alca.JIÇado noo ult!wos tcw 1 ),s a legramrna: Pleços exorblta.ntes. · HALEMÇUER - Chegou, 1hOntr-m, ' A causa dts.!a a.sct·.JW.-, de valor <./P5. sendo rcccbi<lo por grande numero de t)cnttc~,<-s, tl bem que ,,.; cn.1uadT1.? cu :1migo e · f T ~t;.. ~::t~U«06 a falU -< brnços cor. :::t~:~::i:::i~:s~o;r {~1~: Nlo seria Lno1 1 r,;:.rtuna, 6:.nil.o dJgna ae I s. 1·ecrbeu crescido numero d~ adhc3Õce lodoe: os 10t'ru,res, uwa. acçã.o coordenada v:.iliosa.s, aagmC"ntando assim, o dila– àas a.ut.or1<1 :ld.es cow1 >etcnt.es cow o ob- tado circulo de sy.mlpatliias, já gosadas. ==· :::::: 1:::~~~::· ::;:·:.::. f ;~~:;e"~:::ff~'·;,~. a:;.'.:;~~l:: Ainda não ha:.:·.noticias; dos71 naufrago~ que faltam, do''Aiegria" IIO'DEIXARA'A- SE~ Continua a falta de noticiati TORIA EM JANEIRO ~~~:/ '.:~;~.f:~_cru;e~~l:,a~~i~ honlem. á tarde, que correm di– vereos boatos na cidade sobre a sorte de alguns <lo· desappa– rccidos, mas tudo o que se diz JJâ.o pa~sa de i11vencionice. Uns boalo · dão o command,nt– le Penna como I c•udo appar('cido em Soure, emquant.o outros, di- 1zem t~r elle chegado a Abacté, ! levado por uma caná·t. 1 Mas, como dissemos, tudo isso 111ão .nassa, i11folizmenlc, de 110- j tic:l: •:n:.:::~~':~,~:~;-.,rmos e no-·so expediente co11ti11ua a fal– ta <l uolicias 1 Damos hoje, a lista, nominal, dos naufragos do "Ale){Tia" já chegados a Bclem, e lambem a relação do~ que faltam: 1c.;,-,.oturn.a u.a ik V&Jll.DB) do hantem o sr. Raphael Fernandes NATAL, '3lJ--_ Hou,ve algunsllli---·------- t!Stldo )li ;- óff1CU'les d~ M'lrtll.h"t, ,n:rma. dor~ e amigo! C:o comma.ndantc SJi."'IOD :Raphael Feroo.ndes tiros no momento do embarque, hontem., do sr . Mario Gamar.a para o Rio. A ipolicia e varios amig~s do sr. Ma.rio Cama.ra, intervieram, reagindo, bem'. como o proprio ex-interv<ento,r. 1 Esta,va presente o general Ma– neei Rabello, juntamente com o com.mandant.e do 21.' B. C. HOMENAGEM AO MAJOR-MAGALHÃES BARATA Couunemorando o encerramento ,:.o cwso .med1co, J>arte do. turwo. de douto. randos dest, anno awlga e n.d.Lnlradora ' resolveu bowe.. (Copyright da U. J . B. para o O ESTADO DO PARA') úuis XVI ·e Maria Antonieta ::~:r o Ma::~ ·•••• ~ O ••••• lbáes Barat.a,of. .; MuJto se critica a Luiz XVI o 1acto de nl\o ter comorellendldo &ew ! ............. rereoen.-do 1 h e t demaro. 0 slgn1f1cado exacto da. 11alavra. "'revolucão ' quando, a 14 de Ju. w.u alwoço Jnt,,. t lho tol ldespcrtado com a, noticio. da tomnda da l3asttlha Mas "e muito o sr. Mario Camara fez ver mo que se rea. • racn, cqrr.o o disSe Ma.uriclo Ma.eterlJ.nek cm wn celebre upltulo, J>V8,,. ao general Rlabello que se tra- llzara. na. real os qu~ estuo vivos depois dos factos. reconhecer o que se deveria ter I soa . Loge Lobato. que aeverla tlroduz1r.se Cs jovens es-. Estranho 1,a.radoxo Dão foi :. tncapacldade de coropreh-!n.,:ier n. re- 0 commandante tomou as pro- culn1>loS qu• to. volução que foi fatal n LWZ XVI scnAo r~lo ccntrru1o, i esfo,ço que ~ i videncias necessarias, restabele-- jtnlUU.O pnrt.e aquelle bom.em wed.Jocre para com prehendel a. Luiz XVl gost<JV8 de ter a cendo a calma. Consta que rul ~~;:: d:m;~ ::::!: ~ 0:::,;::: ::::s-::~n=': :!~:~e:_:t:d:e::reci:~ ◄ tava de um attentado á sua pes~ !::~ 1 :0 ~u!~~{ 1 !:~:~ ex!!:a: :::;; d~u::; 1 ;ç~: :;n;O:a: 1 c.x~:~~ ~: 1 :'~::: tres ferid'os. ,(A. ;B.)· ~!ão :ra~~~ ::::~e!1çao~c~ ~~~:1::ed:X ~~te~ 0 ~;:n n;~:;~:;;1~!!dº~~: NATAL, 3 0 - O sr. Raphae] NATAL, 30 _ Estão vindo a ~laJorlJarntn pcrtenCeJn ao contra um rc>, (Carlos de Ingloterrn), e com,, tCl"lulnou 1-or scr_d=t:1- f Fernandes foi eleito gov:zrnador . . , . COrultó Aca.clc. , t<Jjo · do Estado, por 14 votos. pubhco os ultimos actos ass1- wlco Liberal ,. :· ;. tempcstad> ni\o se vence arrlnndo "' veios. ♦ A mesa da Assembléa Gons• gnados ,pelo sr· Mario Camar~, A hornen.ascm tera ioi;ar hoje. âsl!:2 telli;:! 1 ª 1 C:.:=: 0 doe!~;r 1 !-: 10 ! 1 ~~ ;:1-;r:~~~:i~dn~ru~a~~~/•; ~1!· 1 • tit.uinLe, eleita ,POUCO antes, em antes de passar a Inte.rventona horat.• .:,cndo oral:10TCS ~ St'S. Lu.clval : garan~c cc.,ntm 3 rcvoluçlio ab :indonaudo thnld!'\we.ute tudo O que SU& sessão anterior, compõem-se ex~ ao capitão commandant..e do 21.º Lagc Lobnto e " '~tjtmlr Alves :sa.ntan11.a. i attttuUc 1,udessc ter de ,regto. Não acont-.;eu o 'lllC'Smo com Mar1 Anto- ~;•~~:om;:~ul~:ua, :::;~:: 1 !~ B. \ ex-inLerm,lor, ~;sando ;.:;t~•:~~;~~?uc:~~~:º.. :Ef::~- ~f;:i~,;:;;:~~:0:?~;:~::~: '°f c;:r:::n; ~-~~;:•~=\:~~i!.,!:; ♦ lo deputado Josf Augusto. - crear embaraços á admiuistra- :.::n~:s:;z::;1=~ ou~~t~~~·:bqi~~:. l~~~~· ~:~~:~:~d:01~:--c1!1 r~~~:~ 1;~ d;~~ll~l... :~l~-\~;,.~~!~~::°!:,::1 r' (A . B .) 1 ção do sr. Raphael Fernandes, JO!" l\ -Iag:i.lhJ.CS Bnrat.a. lhe parcela uma rc,·oltn tnju.stlflcn dn. ~ucm e>.l~C' ,,:nw ~1 toHns Ali llb'e:r- NATAL, 30 - O sr. Raphael teve a ipreoccupaÇão de limpar . . . - :::/1;":1:1:s 1~~:1!;:~:,t;1,, e~ •·n:-it~"1l1m,ntc-" tncHnnd~ n r«»- : Fernandes acaba de assignar os O Thesouro, saldando compro- :Mano Camara, ~x-mle.yen(or : A ottltudc orgulhosn e r1,1c, ele Mart, An,oc1e••.1 u1,n,c d m -,._ r · d n1issos bancarios com o JPraso de federal no Rio Grande do Norte, f çií.o nflo o··rn11orta n u1onor anluw-1 c..:vte cou'r3 o 110 ,·o ' segumtes decretos, nomean o os 9 annos J)ara resgate. (A. B.) ;rá nara o Tribunal de Conta8. " T • principaes auxiliares do seu 1ro- ,. verno: secretario geral, AJdo RrIO, 30 - Fala-se que o sr . -(A. B .) ·-•••••• ••••--•o•·•.-•••• o••,••• ;:~:'~iin; ~l:~~:~~:~°iif~pi~: Fracassou a tenta-t'1v·a de. um -governo de gabinete. pari:.mento de Educação, cone- go Armando Ramalho; direclor ela Jm,prensa Official, Renato Danla ·; director das Finanças, BoaHer).(es Leitão; secretario do g JV(lrnador, Paulo Vivehos ;aju– dant0 ele orcl'ns do governador, capilãr> .José Dczcrra. (A. B.) N \ TAL, 30 - A cid.tdc eslú mai·· aJ1irnada, dominando na~ ru~s o uniforn1, dos offiti 1cs do Exerci lo cht'vados de va rios 1,011los do paiz. Dc~dc sal,baclo a animação é intensa. 1 O 22.' B. C. ·slá aquartella– c.io na Escola d~ A11.ific!'s e no Grupo Escolar Frei l\li),(uelinho. Esse balalhüo mo11tm guarda com mel alhadoi-a.- a rcsiclcncia do clcputaclo Aluei to Rosclli, on– de se uchuvi.rn hospedados os deputados da op,P08ição. ,(A.B.) ------------------ Quatro ministros que escaparnm de ír Sr JUBto do Mornos 1 RIO, 30 - O "Jonml do Era- Tudo c'sl.u ,·a 1·csoh itlo assim i sil".fnl;'.. h:jc '.1~ \lhlÍstc1io tl,·/ 1~'._ma1~ dt• ro_-~(I;!_:!_l~º-thc- 1 wnccult< >ç.to 11ac1t.>n,d. g-ou de Sao Paulo ullla no,a ter- Diz (JU • a fúnnula do sr. minante , ,•l-tndo o pro,Pgu1- I Raul l'illa foi 1·t:.1 1tacb }1.Jla mcn- 0 das dt:man·h,; ,k qu.tl – fort.c corrente chdiad,\ cm Suo quer cspccie. di,endo-;;c que os Paulo pelo si·· ,J uto de l\Io- srs. Flores da Cunha <' R:n1l Pilln siío ,1,licl,1rios com °" Jl:\\l– E~h• ncetou umu :;crie de d0- tnurchc ,, inclu:-;i\'(.' junto no :-r. 1loi'io Kl'\C~, cort.,<'t~uindo , en- 1lontc111 huttYL' u11u1 l'('t1111~lo OC'r as i~lt'as do i\Jini -tu·io dl"' do~ c~1.'JHthtdns ~on~litu.:i nali .....- tllnct•nt1·.a"úo 1wriu1hd. l'Oln n ~aci·ificio do~ ~r~. \'i 1.!ll 0 H:iu. tn::; ti<.· ~:iu P·n1i,,, afim <.l~ aix1, l Gust•n\'O Capanemu, .Mr11·qut'6 rar as urc~la, definiti,-,t1n,'nl, do& Rei~ e Sousa Costa 1<, qualquer nccordo (A B )

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