Relatorio dos serviços da Secretaria da Fazenda apresentado a S. Exc. o Governador do Estado Sr. Dr. Enéas Martins por Alfredo Souza, secretario interino por Alfredo Souza

- X cados :\O momento acnnl, de appr ·hens ·:::s e de csµ.:::1-.111 ças, mas d completa co nfia nça ta mbern. Devo salien ta r n'es ta occas ião a b:n Y:>:1t:"td ::, o 7.': l e a d dicaçâo qu e tenh o encontrado nos op - ra ri o e em;.> ,e~pJ .:i- , q,1~ s:::n· ·m so'J m:n ia inco rn pet nte di recção, para bem cum ?rir 111 o s:: u d.:Y 'r..:s, nl o ·.::: p LI?an d a exces:;o de traba lho, n~m pt"o.: u ,l!1J :) f 1rt:1r- s=-: .t el l.?, q 1.1 :1 1) ci:..: :.1.n ;::rn .: i:J.s especiacs d u rge ncia exig_ rn qu :! p:: r,111 :1~.;;.1:n n , ·;· ó :l?ci.,n ~;1.. e ,n e: !u ustivo serviço mui tas vezes noites in tei ra -, :t _J:.:!_, _:,t.1 1.b -- ~ n J d:.1 s.> 7 1:.1:-:: p.i.·,t a execu.;;ão de outros, ou con cl u ão dos in icia i ;, s~m q ·.k ·x,1s u re.:l 1m l\;Õ~s . E' ce rto que os g vem o , p r su :t \ ::: z, t.: .n C!.1-11 _1 :JJ p.1 ·.1 com elles os ac tos de justiça e eq uidad e, que os tem ol lo..:.d em p-> 11;.t m ~n s emoaraçosa do que a de . seus co ll egas de pro fi ·sl , f.t ~en.lo -o.; 'ill _J.-_'J J .1., p:.i'Jl icos pa ra o effi iro do Mo ntepio, ao 1m l recco rrem pJ r e:n :J · ;: im , n.1s o.: .:.tsiõ : s d~ necessidade u rge n te. P e nso, porem, qu_ p L r-s _-i:1 :n ~ n "1::1 --- 1 1 ~, r.::: ~:.i ·,;os, e provid n.:i ar s brc 1 in vali dez d'esses servd ~e .b E ,t,t I e .L .1:J d~ s 1 1, fun ili.1s, co:n a creacão de u nu C:1ixa d auxilio,:,, 11 ) _; m >.d ,., 1.l 1 q 1~· j.i cx:.;~iu n' ste E ra bd ci– men,to, e que se liqu idou p :H nn:ivo; o: :.1,: : n 1..:, ; sc:: ;1.b J 11 ) ,1 c.1i x:1 amp:1rada com u m1 ver b:i es?tcial n '.) o ,·.; 1m; :1tJ d ) Es:.t.l , por pv.:iu .: n1 que es ta Jo se , secr u ndo as circumsta ncias d -er:u io 1, nblico . 0 Benemerito d 'essJ c!ass~, s~ri:t qn~,n rc.tli zme tão h~1mrn itaria idéa . Co ncl u ind , se ja.-m .:: licito CX.Jt"..;s~.u- :1 e nS 1:1·; 1 ill i.111. t.1d -1 qu e tod temos na admi nistração d J 6~11- m~rit sr. d,. E 1'~.1 5 Mtrtin,, go·~~ rn ador do Estado e na superi 1 ,tendencia de V . Exc. par:.1 o µro~rC!,S e dt.•s,:, w oh-imen to da I rnprensa O ffici~l, a meu yer, dig na da pro ,ecçfo dos podcrc,; p:.1blicos, po is gn e al em do trabalho qn c executa, é uma escob de arte g:·ap .1i~a, n t qn:i..1 se hab ilitam mu itos menores, qu e talvez fi cassem perd tJ :) · p:u·.t a S ~1eJJd.:, Sl l1l esse apr ndi zado e sem O estimul o qu e aq u i enco ntram no pag,trn..:n~o moJico J c seus scn· iços dando-l hes auxilio contra a m iseria pro v:1vel. . ' D e mi nha p:.rte cum? re-m :: :tg,a l e ·er a c;:rnS .tn ç;t d· s govern os que tem presidido O m u E, tad :) n1t.tl , d .:::sd~ a. p,o:lanu ;1o d.t .R·~pablica; dos q uaes, nos vin te e doi s anno <; q 1 -1 tenh J ex.erct lb o ca rgo d::: ad111 11tstrador da Imprensa O f– fi cial, sem pre rece bi o in .:):! n tiv de sua. a~;:i:o•;,tçl a s m us actos, umulan<lo- dc defercncias espeáies, q ue t.t nto en nobrcce rn e cs timuL.tm os qu e na bierar_ ~~a admi n istr:itiYa se ach:.1m c.J l1 0.:.1d.:)s cm pl.rnJs inf...:ciores. Aprcscnrando a V. Ex.e. es:e tr,ó .1lh , im?_:r eito s=m d uvida, procurt·i dar 0 5 csclarecimen (os que m e p:in.:-:crarn 1 ~cessar10!,, para que o govern possa dcscnvol •cr L'S e E ·ta~t:le..:iuL nt , t : 1 111 1 · d· ;~.1 d gr,1,1 \e , pro~res. ivo Es~ tado que o crl:OU . aüdo a V. Exc.

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