Relatorio dos serviços da Secretaria da Fazenda apresentado a S. Exc. o Governador do Estado Sr. Dr. Enéas Martins por Alfredo Souza, secretario interino por Alfredo Souza

-XI - do Rc.:gnl amenco, isto é, conforme o sêu procedimento, necess idade e q,isciplina da casa, não tendo alguns vencimentos fixos para por elles ser computado o des– conto annual, visco gan harem por obra, ou linha de composição, julgavam não estarem obr:gados a esse desconto, poi s que lhes parecia que a lei citada era uma lei de protecçâo e de favor. · A estas considerações respondi que não me cabia resoh-er sobre o assumpto e que se dirig issem directamente a V. Exc. para dar definitiva solução ao caso. · O s empregados- e operarias di videm-se pelas di ve rsas ecções, conforme a es– pecia lidade dos serviços que tem de execu tar. Secção typographica Esta ~ecçâo se divide em duas : secção de composição de obras e secção de organiza1;âo do Diario Ojjicia l. . . . A de obras oc~upa 8 operanos, 4 ap rendizes e um revisor, que é tambem a'tidante do official. A do jornal va ri.a conforme a materia dist ribuída, tendo como ple rman entes cinco operarias e dois rev izores, sendo , porém , supprida, por opera– • 5 d·l seccão de obras . no , . O Diario do Congresso é composto na secção de obras- e somente redigido, por pessoal e~tranl10 a~ e~~abelecimen~o e de nomeação do Congresso do_ Esta.do. Este serviço era prn111t1vamente fetto pelo pessoal da Imprensa O fficial , com e.na arat ificaçâo pelo trabaiho extraordinario, pois as sessões das duas camaras pequ , n . . 1 am preparadas pelos tach ygraphos que nellas trabal havam, sendo a organiza- V. 11 1, . f . 1 _ d Diario 111atena ac1 . cao o . . · Parece-me que haveria g r;rn de econo ;rna se os traba lhos do Congresso fossem publicados no Diario Ojficial como antigamente, e consolidados em Annaes. Secção de encadernação Esta secção tem um ofhcial pautador, um encadernador 3 operarias e -um aprendiz. . . . . Resen te-se de machmas ~propnadas e o serviço é todo feno a rnão, difficul- d sua execucâo . tan o a _ · . , Pela relaçao que em appenso acompanha este .relatono vera V. Exc. a somma d ·ico exec utado, com tão diminu :o pessoal, e com carenc ia de machinismos e se rv . ld J e • • · l ' e quanta diffic:1 ª. e 101 preciso vencer para se _conseguir seme bante resultado. Cabe aqlll salientar que a Imprensa Offic1al poude attender a multi.pios e . d s serviços das ~-e partições publicas, desde os mais di ffice is e custosos como va na o . . d . _ . . , livros em branco e_ nsca os para esc np~uraça?, até os mais simples, como avulsos e rorulos para medicamentos, alem de li vros imp ressos, brochados ou encaderna·~ dos. 1 'd ll d h' . D esenvo v1 a e appare 1a a esta secção com o mac . 101smo necessario ~ dis - do O governo, alem d'ella, das officinas do Instituto Lauro Sodré, não precisa ~~~1 arregar a ~xecu~âo de tra_balhos_.seus ~s officina~ particulares, a excepçâo dos d 1. hoaraph1a, pois que essas officrnas mesmo que trabalhassem rasoavelmente e 1r o . • d . b. ef\0 nranam · 0 erano pu hcó uma grande som ma, que erá economizada em pr ., ' · '

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