Relatorio dos serviços da Secretaria da Fazenda apresentado a S. Exc. o Governador do Estado Sr. Dr. Enéas Martins por Alfredo Souza, secretario interino por Alfredo Souza

- VIII - em hospedari as. As despesas extrao rdinarias nos mi steres acima não p dem ser computadas no orçamento domesti co, sempre limitado, trazendo, po rtanto o pagamento mensal, por se r tardi o, ás necessidades do operaria, o prejui zo no serviço, ocças ionado pelo co111 pa rec in1-nto atrazado ou n~o comparecim~nto. Sou pois, de opin ião que o pagamento aos opera nos deYe se r fe ito como anteriormente, por fo lhas se rn anaes, muito embó ra realizado na Secretaria da Fazenda, . ou como V. Exc. julgar mais acertado . E como esse pagamento, por fo rça das ci rcumsta ncias di ffi ceis por que d o passa ndo as fi nanças do Estado, se achava atrazado desde Setembro do anno pas– sado, foi mister reco lher a essa Re~:fk;â-e--0-l ivro de pagamentos com as fo lhas lançadas e d'ahi em di ante remettel-as em avul sos. Aconteceu que d'esses pagame ntos mu itos fo ram effectuados s m o rd em ch ronologica, e sem sciencia d'esfa idmi11 istração das semanas e imponan cias pagas, vindo esse facto difficul tar, se não imposs ibilitar, o calc ul o das despesas, para a exactidão do balanço,- que devo aprese ntar. Este inconveni ente, porem, se rá sem duvida sa1Jado, desde que os l agamentos estejam normalizados, pois d'essa fórma fo lh a rernettida é considerada desde logo paga para a escripta do Estabelecimento, que tem por fo rça d'essas mudanças de ser modificada . T udo isso depende da refo rma ci o Regula mento, qu e é a lei basica pela qua l se deve reger o Estabe lecimento. Den tro f m breve apresenta rei a approvação de V. Exc . di versas regras que julgo deverem se r desde já incorporadas ao Regimento interno, para melhor regularidade do se rviço . V. Exc. comprehende bem que a crise fi nanceira do Es tado em perturbar de alguma fórma os se rviços da Imprensa O lfi cial; pois a d morn. d pngu t,:-1 nto ao pe_ssoal, que "'iv@ ª " /uur 1 !' ju 1 1r 1 e 11 ~ , di§l)ÕB d 1 crcJ1to, n m recu rsos out ro., QC as10navaa quebra da discip lina, p c1a to le rá nóa Írnpo tn p las c irc u m stnn d s pr m entes <le bccasíão . f cllzm nt Ô alto crit , rio d ' V . E ·e , lent rem edi .do es. . 1 ~lo lormm co ntín- gencia e o pessoal ,1e:haas an ' 111 H'-' confütn t·, se ntin do- se es pera nçado em.ser atlendido nag suas justas preten ões . pesa~ d'essas d iffi c1.1\drtL\ s, a rei:e itfl da Imprensa, comparada com a -Jo Hllllf) anr nor, npresenta-se mais levada , l' nrnidr S€tÍ;t à it1 d a . C tol\ d o s trnbnlho . que l!1e era m ant&~iormetitc cqmm i:: tti~ ~ llt!O fosse 111 cont:ados a pa rt i · u larcs , por -1 ,··um ·rancfas l11 1per1osas, tah-cz, d. uruenda cm SC ll pr pari). Fon;o:,,o t: 110 e nta nto Cl) l)Íl:s<;· r q ÍÍ !e logo qn • :l l mpn: 11 sa O llic ial d o Par{L ()( 1 ngc ÚU ,ÇC I' um es tabeleci mento qu e o ho11re, quer qu anto ao predio, cam inhando para a sua ruimt, l1ucr ~unnro ao lllateria l de que dispõe, deficiente, atrnzado e: muito antigo , depende nd o o servi do t.: sfnrc;o unico do opera ria, sem o auxil io das rnachinas 1noderna~, que tanto fa cilitam e :1perft.: iç a111 o tra balho. . Exc . o sr: dr. Go\'crnador do fatado j[t ti.:,·-: occasiào di.: vcrilicar qu e muita razão tinha cu pedindo cm todos o~ meus rebtori os anteriores O concerto e. m-odifica ão do predi o e a. reforma d-o material da Imprensa ; . - e querendo, ..

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