Relatorios aprezentados ao Sr. Governador do Estado do Pará, Dr. Lauro Sodré, pelos chefes das repartições estaduaes

Os diametros do lifferent s .conductores são cal– cu lados co nforme o nume ro de - luzes no circuito e a distancia a qu e se acham a mesmas. (Taboas de J. · . Holme s e , ewcastl e) . O espaço e ntr os fios e as peças metallicas da co ns trucção é nunca me nos de q 2 pollegada; 'os cabos qu e atravessão paredes e soalhos, tem alem do seu proprio isolame nto, pa ra fu sos de vidro e os qu . . cru zam isolame nto duplo. Os fios ao alcance da mão es tão sob molduras. Em resumo, a ins ta ll ação dos apparelhos é boa, a luz d as lampadas incandescente é fixà e intensa; a fi– xidez da lu z emitticla por algumas lampadas de arco (as dos lados) deixa um pouco a desejar. s obseryações que nos res ta a fazer são _o-era s . ~ e tn t~ressam a ambas as partes co ntractantes. 1. º a sala dos apparelhos,os fios conductores não es tão suffic ie nteme nte afastados elo encanamento do o·az. 2. 0 Os cabos de distribuição el evem ser desiina– clos l)O r uma sé ri e r eo ula r ele le ttras e de nume~·os b ' m o rme nte nos pontos intet essantes taes como: junc- ções, commutadores, corta-circuitos e tc. 3. 0 Os conductores de fumaça e vapor que atra– vessam os soalhos e t ecto, devem se_r cingidos por um r esves time nto d e ma te ria in -:ombus t1vel ou isolante. Para o tubo do vapo r que atravessa em um recan– to o ~oalh_o cio corredor junto ª? palc?, esquentando-o pela ·irradiação do vapor, podena re tirar-se a parte do soalh? n ' esse r eca i~ to, como se fez ]~ª:ª o _forro da sala da calde ira, e por me10 de um muro d1v1sono, isolal-o co l . d m- P e ta,_ne nte do corredor, depoi s e ter mudado e tapado a sah,da da p equena escada qu e acha-se n' esse reca t º Affi al d I . · 11 0 4. 1xar, na s a as mac 1111as, in s trucçõ · - d 1 . es a seguir, n o caso e força e ectromotnz anormal t l . . , e ou- ras e 1ve rsas precauções a toma r em virtude de d • esar ranJos a prever. - ,

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