Relatorios aprezentados ao Sr. Governador do Estado do Pará, Dr. Lauro Sodré, pelos chefes das repartições estaduaes
-296- povoados por falta de á rea e m CJ. ue s e e_xte ndam. e á ming ua de recursos futuros para acud ire m as s 11 as n cessidades. COLONISAÇÃO E 1n 2 de Maio ao in stall a r-se o serviço da via fer– rea de Bragança até a << Colonia Castanhal » fo i decla– rada es ta emanc ipada. Convidados por ecl itaes os co– lonos para receberem os titulas dos lotes ele q ue se achavam de posse, activa foi desde e ntão .a procura d' estes titulos,quer provisorios quer defi niti vos; de modo que desenvolvida assim a propriedade, forte corrente de vida manifes tou-se para a povoação. Ao e 1na ncipar– se a Colonia, occupava o lagar de Director o cidadão Segismundo Von Paumgartten que, depois do in ven– tario dos bt>ns da Colonia, t eve de deixar o cargo m que pres to u serviços bastante valiosos . As cle~pezas até essa data irnpor tavam em v inte e um contos quinhentos e trinta e um mil seiscentos e quarenta e cinco r e is, 21:s.:>1$645. Pelo contracto de arrendamento lavrado n 'es ta R epartição e ass ig nado em 23 de Setembro de r893, foi cedido _aos cidadãos Philaclelpho de Oliveira Con– clurú e J ulio de Chi;isto F e rre ira o e ngenho do Casta– nhal e sua s dependencias m ediante certas obrigações es tabelecidas no m esmo contracto para a garantia dos colonos a~,i : eside ntes e prosperidade da agricultura. Supnm1cla assim a tuté lla do Governo ficou redu– sido o se.rviço clacolonisação sóme nte quanto á colonia <e Marapanim >J iniciada pelo Governo Federal e n' essa data sob a direcção do cidadão A nto nio ·Marcellino Cardoso Barata, a t é que por contr~cto tambem de 23 de Setembro, assignado p elos referie.los cidadãos, foi confiP;da á iniciativa particular o desenvolvimento ela colonisação, criando-s o Burgo agr ícola << Mara– pan'im 1>, ins tituido sobre as bases do contracto. As
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