Relatorio com que a sua Exc.ª o Sr. Dr. Justino Ferreira Carneiro passou a administração da Provincia do Pará no dia 25 de agosto de 1882 o Exc. Sr. Conselheiro João Rodrigues Chaves : 1º vice´presidente da mesma Provincia
,, Uild Ja luz. e por is o. ('ram- llH' a. mnlt:1~ rons tantrment r rc·– l 3vad~• . . . Ponco . d _poi aqurlla ni sq ilinh::t ~ra tili raç:'io ao. mndantc'. lo1 . uppnnutl a e hoj o .Prri ço · fe it o gratn ila111enlc. . Já no tempo do integro e honrado dr. Honnri o Teixeira Co– imbra, chefe de Policia. '. Ex .ª fez y·r a PresLd encia él incon– veniencia de . cr a 11lumi nação pu blirn fi ca li saLla 1wla rond:i s. O ~)Q_m de. empenho d'uma d:-i . ommi, tic rlarn cm rrsultatlo o preJ~t °' o da ontra, i lo é. -ou a ronrb poli cinri,1 3 cidade. 011 re: tardana o . eo pol ic iament o 1omanrln nola elo. combn tores [HI– blico,. O Regulament o <le 1G de Jfaio ó preferirei a mco rêr. a i) dr 2 Je Març? de 1874-, soffr ndo alguma modificarões . . A fi scahsação da illu111in·1 ção publica da capital dt>vc ser ron– hada a pe·.oas que e tcj am no. ca,os de n calisal-a : nfü~ b~ . t:i ~erPm _a_ircntc poli-eia . , d •rc exigir-. e alcr uma co nsa mais. is!(~ e, hab1hlaçõe p!lra C'Onhcccr . e a rhamma dos comhu . tores e inferior ou superior ;í <JtH' uC',·rm ter; 1 ,orlJU ordinari:111w11I<' a !·ond.~t toma. n:n;1 ·hamma ºTanJ c como o padr:io. e purt ;rnl t 1 :1s 111 fc nores como não rend o a intensidade prec is:.i. E' 1~eccs ario que a pe oas a qncm fôr conliada a lisr1:1lisa– ~:ão sepm ohrivadas a fazer um esluclo no photomctro; qur ar·os - _ t11mL'tn-sc a ver qual , approximndamen~e. o 1::n~1an ho qn~ ckr\ 111 ter :ts chnmrnas !l os combu tores publico : n stc qur so ;is~rrn poderão co11. cienGiosamcnl c l' xerce r a . na fi _ calis,1ção. . fll'I O Rcgnl~m nto de 1 l 871 p:necc qn e todo e qualq11rr o_m– CIOl rondante'. e o que ainda é mai s quak1uer so l<lado d~ pa!ru– ll~a cslá no casos de apreciar si um col1)bus1or trm 1rn 1wo apro– x1mr1damenln uma cliamma de 10 relas . Soldados lia, como V. Exr ." s:tbr . que nem ao menos sa l> rm ler, e como é que a ell cs se con fi a csrc srrvi~o? Como dar rrr'– dil o ao qu e dizem a rc~peito dos ns. dos comhnstorcs q11e r ll es <l esconh cce rn ? , A fiscalisaçrw d,1 illnniin ,irão tal qn:-il _é _frita prcse11tc111en~r n?io rnerecc fé, porqU! é impossirel ~o olfi~1al 1:oi1danl c c11mp r~r o § i.º do art., !1-.º do Regulamen to citado, 1slt 1 e, perc?rrer :-i. ci– dade 1' seos arraLt.tldes 111 ais dr 11111:i n•z dur;:m lr :1 rwtlP . A m11da poderft, e dcr,•rfi mesn,o. notar a n~ it lttz por onde paõsPiar ; nrn s 11ão n1'1dc i1H·11 111h ir-~1• ,lrstl' St>l'YlfO. q1wndo 1<'!11 • • 1 um mai s unport~rnlc ;i •sPo cargo . Por isso proJ)l)llho a V.Exc.ª a crc:~i;:tn dr t_re s lu garrs de ajudan– tes cio engenheiro fi scal, aos quars mcnmlmá :1 roi1da da ill111ni- 11açf"to , e qu e :er:To rcsponsa~·ei~ 1wr_a1_1IP ~ t'll 3('11ht'iro. assim como cs tP o 'é prr:111te o chclr dr pol1r1a, fw:111'.ln s11hordin:idos 1
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