Relatorio apresentado ao governador do Estado do Pará, dr. João Antonio Luiz Coelho pelo Secretário da Fazenda dr. José Antonio Picanço Diniz, relativo ao anno de 1911 dr. José Antonio Picanço Diniz
1~)1 - A diff n.:n<.:as nos imposto~, t 1 :1 1<+,a t 2 ) ' " addicional para a anta Ca. a de i\\iscrícord ia que foi p,Ha !1't.·no~ . 1n pri meiro d1..· (_99 :714$?25) nc_:>Ycn ta e no,·e contos sd cento. e quatürz · 11 11 1 L' non.:·u nos L' \llHe e cm·u ré1, e no . egun<l dt: (1 3 :2q:t,86·) cento e trinta e o ito e ntos <luz nto quato rze mil oitoc nto · e enta e cinco n'.-i s, é ainda prOYcni ·nte s ment da bai.·a d:i borracha. L rD STRL\ E PROfISS5,0 ]-oi de (259:612$578) Ju ze nws t.· cincoc nta t.· non· contos sei scento. doze mil quinh •ntos e <;d enLt Lº oito rei-.. o uro o. l0_1.1l t o la nt:amcnro do im posto til- imh: stria e proliss:io em 19 1 r, que :'o ·amb10 k 15 2.7 32 media ·ambial porquL· fo i f ·it:1 :1 cob r:111 1::1 , ficou n.du zidn a papel t.·m ( j p :.1 I 7$1 :rn) quatroct:n– tos t.· qtKtn: nta L' J ois ·t)JllO'i quat rnc 1~1~, .... t· dt.''iL'. 1.:k, n~il CL' lltO e ,·1ntc reis. omparado com <1 J1..· 1 <) 1 o q~ 1. 1n1 d· ( 153:6~,-.1~150) quatr~ ·cnto: e cin– cocnt:i e trl's co nws ~t.·isct.·ntos e 01 h: 11 .1 e quatro mil cento e - cincoenta rL·is pape l, ,·L·ri lica-se :1 dilkr ·111~.1 . par:1 _111 ·110:-,_crn 1 ') 11 de 1 1 :_67$0~0) 0111.t· ·onto du,.L·n tos e SL'Sse nt:1 L' Sl:'ll' 11111 L' tnnta rei s p:q1t.·I, que pro\· ·111 so111L:nte da taxa c:trn bi: 1 1, qu l' cm 19 10 foi Lk 15 d. poi_s o L111<;a111 L' 11 to em o~iro cm_ 1911 foi sup(:ri or •m (7 :565$S2c') setL' contos qu111ltc11tos e sts,c11t:t e c111co mil oit0 ·en- ros e Yintc e o iLO rei s. • pc.a r das co ns1;111t ·s prornga 'Ôe'> do praso par.1 cobranç;~ sem 1_1rnlta não . fo i rn:ii r qu e a de 1 9 1 0 cobr:111Ll )-sem, nos perto de (32 .000$000) trinta e <loi contos de rei s. Foram ·cxtrnhicl as 3.239 contas, e brando-se 2.156 e remettidas 1 .083 a Se- cretaria da Fazenda no tot:il de ( 98 '.483$600) noYenta e oiro contos quatrocenro e oi ten ta e tr mil sei centos reis. inda '" s lc.:mbro a 1-e ,·isão das tabe lbs; é de urgente necessidade como já" vos renho dito por ma is de nn~:i.- Yez; tem indust rias e pr?fissôes lan •ada cm despropor~ão con: ~urra , essa rc\'1sao acaba:'ª com essas d~s11:,11.ialdades, e muita podiam st: r suppnm1da como a do a .oug~1e1ros para r~un1r-se. aos mar~hantes, dev i bem ver que as contas de a o ugue1ros s. o quas1 todas 1ncobrave1 . [ E. D MU ICIP E Esta I epaniç:io arr •cidou ' lll_ r 9 1_1 pa ra as htemlcncias 1\fonicipacs a quat~– tia de ( 1.5 9,1:X9 1$7'..n) qu :ttrc_i mtl qu111hL·ntos e !•O\"l' l11a e qu.1trn 1.. ontos 01- 1ocent0s e 11 0\'enta e n111 1111\ L' SL'tL'CL'ntos L' noYcnt.l _L' trcs rei s, senJt) (r.501: 798$687) mil -..7u inhL·i~tos ~ um comos sl'tl'ccn tos L' noYenta e oito mil seiscentos L' oi tenta e sete rl'is., para as do i·nterior L' ) .093:093$106) tres mil e noventa e tres contos noventa e trL·s mil e cento e seis reis para a de Bdcm. Para a de Belcrn a arrecada ·ão 0 a:-.s irn discriminada: (1.399:063$5 91) mil t rl'Sl'lltOS e noventa e 110\·L' contos sessc n t:1 e tres mil quinhentos e novl'nta e um r is, dccilna urbana ;·_(+ ?,5--!~1<)3) quatro contos 110\Tc<.:ntos <.: cincoentJ. e quatro mil cl' nto e tres rei s_, toros ~k tL'ITL·110s, L' 1.689;075$,p 2) mil sl'iscentos e oitenta e ,110\'L' con tos ~L't\nta e cinco 111il qu:ttrocentus L' doze reis, dirl'itos de co11 s1..i'n\o. · · , . Compara~a com a arrec:1da~;:1.o dL· J9Jt) qne foi dl' ( 5.579:18()$5 5) t":inco mil quinhentas e se t~ii_ta e l10 \"L' contos cento e oitl'nta L' st.·i mil quinhcnto:-. l' cinco reis, ternos adifferen ça para mcn s ,111·1911 de (981:291$7 1-) nm'-°ccn– tos <.: oitenta e qu atro crn;tos du zentos e non:nt.t L' quatro mil setece n tos e J1)ZL' rei. , que perte nce, ( 22 '):837~) J ,) dn sen tos · , inte e no,·c contos oit<lLºL' llt()s e trin ta , se te mil tresento · e trL•zc rei-;, as do in teri< 1 t; (702:815$557) sctL'Cl'!ltns · •
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