Relatório dos negocios da Provincia do Pará

• ( 'i:l ) tlo Irur(t, acha-se c1nn.,-,i ao nin\ da cidade, não po– dcmlo ~cr as :,Ha,; n:~nas e11cmrndas sem auxilio Jc um apparelho irn1,nhor. A fonte do lrur:'t fornC'cc de 11 a 12 litros por nm segundo, q11 ,rnt1Ch<le La.;tante para abastecer uma popul:1c;,' 11 ,h:cuph, lla que po:-;:LH.: actualmen– te S rmtarcm. Por c·a 11,.::1, 1:a crnd i•:.,·urn r i'io <1 1) terreno não é possiH:l cc Jll1Jl11ic:1inen t~. a :- 011,-;t rucçào de um en– canamento livre, e por 1:::;:,o o eng;enhciro confoc– cio11ou o projcd0 1lc um encanai~Ícnto forçado <.le tubo-.; de feno. Conlêm o 1·ncan:1m<:nto quatro caixas: a 1.ª ná 11asc:ente ( caixa tk rcnnii'itl ), 011<.le elevem se reunir 0 :-; prodndos de tres nascentes qne se tem de en– canai.. duns outrns l1ns mesmas dimensões que a primc'ira e collocadas cm clous pontos do encana– mento, tem por fim c::.tabelecer nma commmlicação tl'ugun, co111 a atmosphe,·a para arcjal-a; a 4.ª de maiores dim(•nt-ões e ficando proxima á cidade ser– virú pant rc~ulnrisar a distrilmi<;:í.o, e ao mesmo tempo de nm pequeno cleposito que po(krá supprir o ahastt-('im<.:nto pol' :11gumaH horas, quando por v<: 11 t11rn 1,aja a1;_!;Hlll deimn:mjo no encanamento. D\•::;ta ultima caix,t parte o encanamento c.le c.lis– tribniri'ío, qnr, ramilic:ando-se, leva a acrua a diver- HO:-. p~ntoH da cidade. 0 O engenheiro jt~lg-a por emcprnnto 5crcm Rnffi– cientcs dom, chnfonz<.:s e quatro torneiras colloca- 11a-; noH po11tos indicado::; na planta. . l)ara a pas;-;agem <lo encanamento pelos 1gnra~ p1:s e 1J:,ixn:-; projectou simples aqueductos de ~1- yenaria que· importariào cm muito maior quan!m, O cng(•11heiro menciona qne dcpoi::; de ter ido ú fonte elo lrmá por duns vezes, quando lá i-e diri– gio para üctcrminur a dci,pesa, achou que o pro-

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